quinta-feira, 31 de março de 2011

FEINCO’2011

Leilão de matrizes Dorper e White Dorper movimenta mais de R$ 450 mil

Evento que encerrou a programação da Feinco’2011 – 8ª Feira Internacional de Caprinos e Ovinos, o 4° Leilão Dorper Campo Verde, realizado no dia 25 de março, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo (SP), movimentou mais de R$ 450 mil com a oferta de 40 matrizes e 02 reprodutores das raças Dorper e White Dorper de linhagem 100% sul-africana.

O leilão registrou média geral de quase R$ 11 mil, contando com a participação de 34 investidores. O lote de maior cotação foi a fêmea Dorper Campo Verde 1672, Campeã Jovem White Dorper da Feinco’2011, arrematada pela Cabanha Five Stars, de Vinhedo (SP), por R$ 55.2 mil. O segundo lote mais caro foi a Dorper Campo Verde TE 1915, adquirida pelo criador Carlos Raul Consoni, de São Paulo (SP), por R$ 42.2 mil.

“Esse balanço reflete o momento da ovinocultura, que passa por grandes transformações. O preço do cordeiro segue firme em todo o País e muitos criadores estão aproveitando para investir na base de seus planteis”, afirma Lucas Heymeyer, Responsável de Vendas da Dorper Campo Verde.

Segundo ele, o mercado de seleção vem acompanhando o ritmo do setor, com grande valorização pelos animais. Nos leilões, ovinos Dorper e White Dorper estão entre os preferidos, por sua fertilidade, adaptabilidade, ganho de peso, precocidades, rendimento de carcaça, qualidade de carne e valor de mercado. “ Nesse leilão, por exemplo, 17 dos 34 investidores são novos criadores”, finaliza.

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quarta-feira, 30 de março de 2011

Dorper Campo Verde é melhor criador e expositor de Dorper e White Dorper da Feinco' 2011

Ovinos das raças Dorper e White Dorper estiveram entre as principais atrações da Feinco’ 2011 – 8° Feira Internacion

al de Caprinos e Ovinos, que ocorreu entre 21 e 25 de março, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo (SP).Participaram mais de 1.000 animais em pista, cerca de 90% de todas as inscrições da feira. Nessa edição, a Dorper Campo Verde, de Jarinú (SP), conquistou os títulos mais concorridos, consagrando-se Melhor Criador e Melhor Expositor nas duas raças.

A cabanha participou com 56 animais, reservando para o evento o lançamento de algumas linhagens sul-africanas inéditas no Brasil. “Esses resultados no julgamento confirmam que nosso programa de seleção continua trilhando os caminhos corretos, com animais cada vez mais produtivos e com as características raciais desejáveis”, afirma Carlos Vilhena, gerente da Dorper Campo Verde, ressaltando que essa foi uma das melhores edições da Feinco.

Nas competições de Dorper, a Campo Verde fez a Grande Campeã, com a matriz Dorper Campo Verde TE 1557, nascida em janeiro de 2010. Já no White Dorper, apresentou os melhores machos: DORPER CAMPO VERDE 1157 “DAN”, Grande Campeão da Feinco’2011, e DORPER CAMPO VERDE TE 1721 “FREDDIE”, Reservado Grande Campeão.

Lucas Heymeyer, responsável de vendas da propriedade, comenta que a grande recompensa foi ver que outros criadores foram premiados com animais que carregam genética Campo Verde. “Foi o que aconteceu com a Fazenda Colorado, que fez a Grande Campeã White Dorper da Feinco com a exposição de DORPER COLORADO W. TE 06, adquirida em nosso Borrega do Futuro em 2009. Sua Reservada também leva nossa genética. Ela foi Grande Campeã nessa exposição em 2010, ocasião em que foi vendida pela RHO Agropec ao criador Eduardo Lobo, da Cabanha Calil”, explica.

Principais títulos conquistados pela Dorper Campo Verde na Exposição de Dorper e White Dorper da Feinco’2011

Raça Dorper

Melhor Criador e Expositor, Grande Campeã e Campeã Adulto Menor (DORPER CAMPO VERDE TE 1557), Campeã Jovem (DORPER CAMPO VERDE TE 1672), Campeã Adulto (DORPER CAMPO VERDE 1006), Campeã Adulto Maior (DORPER CAMPO VERDE 826), Campeão Borrego Maior (DORPER CAMPO VERDE TE 2346).

White Dorper

Melhor Criador e Expositor, Grande Campeão (DORPER CAMPO VERDE 1157), Reservado Grande Campeão e Campeão Jovem (DORPER CAMPO VERDE TE 1721), Campeã Borrega Menor (DORPER CAMPO VERDE IA 2568), Campeã Borrega Maior (DORPER CAMPO VERDE TE 2317), Campeã Adulto (DORPER CAMPO VERDE 1251), Campeão Borrego Menor (DORPER CAMPO VERDE IA 2464) e Campeão Adulto (DORPER CAMPO VERDE 1157).

Saiba mais:

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sábado, 19 de março de 2011

Maior leilão de gado do mundo chega à 11ª edição


Com transmissão pelo Canal Terra Viva, Mega Leilão 10.011 da Estância Bahia prevê a comercialização de 35 mil animais, superando novo recorde.

Por Robson Rodrigues - Pec Press, São Paulo (SP) - Leiloeiro audacioso, Maurício Tonhá, fundador da Estância Bahia Leilões, em Mato Grosso, promete surpreender mais uma vez, ao promover seu tradicional megaleilão de gado do corte, agendado para o dia 16 de abril, às 12 horas, com transmissão pelo Canal Terra Viva. Maior leilão da pecuária mundial, o Mega Leilão da Estância Bahia colocará em oferta, no mínimo, 10.011 animais de cria, recria e terminação, porém, esse é um evento que costuma superar seus próprios recordes. “Contabilizando o número de inscrições, nossa expectativa é comercializar cerca de 35 mil animais da melhor qualidade genética”, afirma Tonhá.

A Estância Bahia prevê um aumento de 20% na participação de compradores e vendedores e, se depender do cenário econômico, o sucesso é garantido. O segmento vive um momento histórico, com preços inéditos no mercado do boi gordo, acompanhando o ritmo
de outras commodities. “Com melhor poder aquisitivo da classe, acredito que o mercado seguirá firme. Entendo que alcançaremos cotações um pouco mais elevadas, principalmente para os machos”, avalia o leiloeiro.

Mesmo com sua grande vocação para gerenciar a venda de tantos animais em poucas horas, Tonhá faz questão de esclarecer que superar recordes nunca foi a missão da leiloeira. Sua proposta é promover uma grande vitrine de negócios, reunindo produtos das melhores fazendas do Mato Grosso e também de outros estados, criando um ambiente favorável para a compra de animais de reposição em volume e qualidade.

A infraestrutura da leiloeira é capaz de alojar milhares de animais. Na edição anterior, ocasião em que a Estância Bahia conquistou o décimo recorde consecutivo, o recinto abrigou as 31.710 “cabeças” ofertadas.

Com muito otimismo, Tonhá promoveu a primeira edição do Mega Leilão, em 2001, em comemoração aos dez anos de existência do Grupo Estância Bahia. Na época, foi chamado de louco por anunciar um pregão com mais de 10 mil animais, porém, surpreendeu a todos ao vender mais de 12 mil bovinos. “Esse modelo pioneiro de vendas deu tão certo que pretendo expandi-lo para Sinop (MT), já no próximo ano”, complementa.

Seguindo a tradição, em 21 de maio, às 12 horas, a filial da leiloeira, em Cuiabá, encerrará o circuito de vendas do Mega Leilão 10.011 da Estância Bahia.

Cadastro e Lances: Estância Bahia Leilões
Mais Informações: (65) 2121-6700 ou (66) 3468-6600

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sexta-feira, 11 de março de 2011

Sinal verde para a ovinocultura

Forte demanda pressiona investimentos na criação de ovinos.

O maior interesse do brasileiro pelo consumo de carne de cordeiro, aliado a baixa nas importações uruguaias e a falta do produto nas gôndolas, vem estimulando a ovinocultura em todo País. Com a elevação dos preços pagos pelo quilo do animal, observa-se certa movimentação no mercado, com criadores consolidando projetos para se tornarem mais rentáveis. “Hoje, o consumo per capita de carne de cordeiro gira em torno de 400 gramas por habitante, estatística que poderia seria bem diferente se houvesse produção em escala. Essa agitação no mercado do cordeiro, com certeza, deve estimular a cadeia produtiva, dando início a uma fase de transformação na ovinocultura brasileira”, afirma Lucas Heymeyer, da Dorper Campo Verde, de Jarinu (SP).

Com uma plantel de 1.500 animais, a Campo Verde mira seus investimentos no mercado genético, com um programa de seleção dedicado aos ovinos sul-africanos Dorper e White Dorper. Segundo Heymeyer, esses animais atendem o mercado, principalmente se tratando de rusticidade, conversão alimentar, rendimento de carcaça, ganho de peso, fertilidade e precocidade. A propriedade iniciou suas atividades 2006 e hoje detém a maior reserva genética dessas raças no País, com mais de 5.000 embriões importados. “O Dorper e o White Dorper respondem muito bem às condições de criação no Brasil. Existe forte demanda para essas raças, com grande valorização para animais de elite e também reprodutores e matrizes comerciais”, relata.

Criador de ovinos de corte há três anos, com propriedade em Santa Salete (SP), o dono de funerária Sebastião Pires Cunha recentemente deu início a um projeto inovador para aumentar a oferta de animais para abate, que prevê a concentração de 200 matrizes na propriedade. Quando iniciou criação, tinha pouco conhecimento sobre as exigências dos ovinos, simplesmente os comprava e soltava no pasto sem nenhum controle. Hoje, sua realidade é muito diferente. “Com apoio de empresas já consolidadas, me profissionalizei e passei a investir em genética e em tecnologias para agregar valor ao produto final”, explica Cunha, ressaltando que deveria existir uma diferenciação de preço para animais de qualidade superior. “Hoje, tem muita gente que vende animais velhos como se fossem cordeiro”, complementa. Em busca de maior lucratividade, o criador está investindo na formação de um confinamento para 1.200 animais.

Até mesmo em regiões tipicamente dedicadas a outras atividades pecuárias, como a bovinocultura de corte, a ovinocultura vem se firmando como empreendimento. Em Goiás, por exemplo, a Cava Cordeiro vem desenvolvendo um projeto audacioso para fornecer carne de qualidade ao mercado. A empresa processa e comercializa a própria produção no varejo, oferecendo 20 cortes especiais, além de peças temperadas e embutidos, como linguiça e hamburguer. “Em Goiás, não existia uma cadeia produtiva, então, tivemos de criar nossa própria indústria para sobreviver na atividade”, afirma André Luís Rocha, técnico da Cava Cordeiro.

A empresa trabalha em parceria com outros criadores da região em busca de maior produção, que recebem os mesmos preços de São Paulo, um dos mais altos em todas as praças. O projeto visa à produção de cordeiros precoces, com rendimento de carcaça superior a 48%, provenientes de acasalamentos com reprodutores Dorper e White Dorper, abatidos ainda jovens, com até 6 meses de idade, e média de 35 quilos de peso vivo. “Hoje, muitos criadores até tem volume, mas falta qualidade. Essa é uma de nossas principais preocupações dentro do processo de criação. A falta de mão de obra especializada e tecnificação por parte de muitos criadores, aliado ao amadorismo, são alguns dos principais entraves que impedem o desenvolvimento da ovinocultura de corte”, relata Rocha.
Em Manaus, onde as novas leis ambientais determinam que 80% das áreas devam ser preservadas, investidores também estão apostando na ovinocultura como alternativa de renda. É o caso da Amazônia Ovinos, detentora de um rebanho de 900 animais. “Quando o Uruguai dominava a maior parte desse mercado, tínhamos de ser competitivos, algo impraticável pela diferença dos custos de produção entre os dois países. O cenário está se modificando aos poucos, inclusive aqui no Amazonas, devido à forte demanda de consumidores”, afirma Renato Rigoni Júnior, médico-veterinário e gerente da propriedade. A propriedade também está prosperando na seleção genética, uma das pontas do projeto, ofertando animais de maior carga genética. Até o final de 2012 a propriedade deve chegar a 1.200 matrizes de corte.

Para o empresário Leandro Motta, dono da rotisserie Vila dos Sabores, em Itatiba
(SP), muitas pessoas que tinham resistência à carne de cordeiro estão se surpreendendo com o sabor acentuado. Em seu estabelecimento, incluiu no cardápio receitas à base de cordeiro, como paleta assada com pesto de nozes e hortelã, picadinho e esfihas, agradando o paladar sofisticado dos clientes. Hoje, já não consegue dar conta da demanda. “Algumas vezes até deixamos de vender por falta de matéria-prima”, relata Motta. Para atender os padrões de qualidade dos clientes, toda a carne comercializada em seu estabelecimento provém de um frigorífico homologado com o selo do Serviço de Inspeção Federal (SIF), onde são obtidos somente animais de fazendas que trabalham com a raça Dorper. “Nossos clientes reconhecem a qualidade de nossas matérias-primas e dos processos que utilizamos na preparação dos pratos”, finaliza.

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sexta-feira, 4 de março de 2011

Dorper Campo Verde lança novidades nas pistas da Feinco’2011

A Dorper Campo Verde, de Jarinu (SP), vem promovendo a seleção de ovinos Dorper e White Dorper, com um programa de melhoramento genético perfeitamente sincronizado aos melhores criatórios da África do Sul, berço das raças. Os resultados mais recentes desse projeto estarão à mostra na 8ª Feira Internacional de Caprinos e Ovinos – Feinco’2011, que ocorre de 21 a 25 de março, no Centro de Exposições Imigrantes, na Capital Paulista. A propriedade participará com 56 animais em pista de julgamento, reservando a estreia de novas linhagens sul-africanas.

No campeonato de fêmeas, a grande novidade será a participação inédita de borregas dos reprodutores JOJO e MARIO, animais consagrados na principal competição sul-africana em 2010. Revelação do plantel de Mickey Phillips, JOJO é filho do mundialmente conhecido HOT DOG, genética inédita no Brasil. “É um animal que expressa a totalidade da raça. Para se ter ideia, algumas fêmeas selecionadas por Phillips para a Internacional da Raça na África do Sul conquistaram a maioria dos prêmios.”, explica o Eng. Agrônomo Carlos Vilhena, gerente da Dorper Campo Verde, ressaltando que a cabanha têm direito exclusivo de uso deste reprodutor nas coletas de embrião.



Adquirido pela Campo Verde no berço da raça, Mário é outro importante exemplar. Pertencia aos criadores Mickey Phillips e Phillip Strauss, os melhores em seus respectivos países (África do Sul e Namíbia). “Fêmeas desse reprodutor também foram bem premiadas, fazendo parte do time de pista de Mickey Phillips, que em 2010 só pôde participar com fêmeas. É um animal de genética extraordinária e inédita no Brasil”, complementa o técnico.
Nesta edição da Feinco, a Campo Verde também levará reprodutores que estreiam em grandes campeonatos. No White Dorper, o grande destaque será Dorper Campo Verde 1721, o “FREDDIE”, animal escolhido pelos jurados da Nacional da Raça em 2010 como o melhor reprodutor da exposição. Como tinha apenas sete meses de idade, não pode participar da “grande roda”.


Para o grande campeonato de machos Dorper, a grande aposta são dois reprodutores top, que devem surpreender os jurados e conquistar títulos importantes: o Dorper Campo Verde 1734, filho do DCV 0167, o renomado KOSTER, e um filho de “JAKE”, animal de elite na África do Sul, também utilizado com exclusividade pela Dorper Campo Verde.” Esses carneiros conquistaram os títulos de Campeão e Reservado Campeão Nacional em 2010 na categoria Borrego”, finaliza Vilhena.
Informações: (11) 3876-8648 / robson@pecpress.com.br

Feinco’2011 será palco de grande oferta de matrizes Dorper e White Dorper PO

Com transmissão pelo Canal Terra Viva, 4° Leilão Dorper Campo Verde coloca em oferta 40 matrizes da mais alta qualidade

Detentora da maior reserva genética das raças Dorper e White Dorper de linhagem 100% sul-africana do País, com mais de 5.000 embriões importados, a Dorper Campo Verde, de Jarinu (SP), promove no dia 25 de março, às 21 horas, durante a Feira Internacional de Caprinos e Ovinos - Feinco, o 4° Leilão Dorper Campo Verde, que colocará à venda 40 matrizes PO de alto padrão genético e funcional.

“Os animais
em oferta foram cuidadosamente selecionados. Estamos abrindo mão de barrigas consagradas, que vão gerar futuros campeões nas pistas. É bem provável que algumas delas sejam consagradas nesta edição da Feinco”, afirma Lucas Heymeyer, responsável pelas Vendas da Dorper Campo Verde, ressaltando que, na ocasião, também será vendido um reprodutor de destaque na seleção Campo Verde.

Carlos Vilhena Vieira, gerente da Dorper Campo Verde, explica que essa seleção atende os criatórios mais exigentes. São animais ideais para reposição e melhoria de plantel e também para quem deseja iniciar criação com algumas das melhores opções genéticas disponíveis no mercado. Ele complementa que essa é uma grande oportunidade para adquirir a melhor genética das raças Dorper e White Dorper, tendo em vista que as importações de genética sul-africana estão temporariamente suspensas.

Selecionado há mais de 70 anos na África do Sul, o Dorper foi criado a partir da necessidade de se ter uma raça eficiente em produção de carne e, ao mesmo tempo, bem adaptada às condições áridas daquele país. É um animal de muita rusticidade, de excelente conversão alimentar e qualidade de carne, além de ser muito fértil e precoce, características que condizem perfeitamente com as necessidades da ovinocultura brasileira. “Hoje, contamos com um plantel de 1.500 animais puros de origem, fruto dos 5.000 embriões importados, dos 20 melhores criatórios da África do Sul”, conclui Lucas Heymeyer.

A raça cresceu mais de 600% nos últimos três anos, contando atualmente com um rebanho acima de 30 mil animais registrados. Em sistema de cruzamento industrial, o carneiro sul-africano agrega ganhos de até 25% em precocidade sexual e de terminação, velocidade de ganho de peso e rendimento de carcaça.

Novidades nas pistas - A Dorper Campo Verde vem promovendo a seleção de ovinos Dorper e White Dorper, com um programa de melhoramento genético perfeitamente sincronizado aos melhores criatórios da África do Sul, berço das raças. Os resultados mais recentes desse projeto estarão à mostra na 8ª Feira Internacional de Caprinos e Ovinos. A propriedade participará com 56 animais em pista de julgamento, reservando a estreia de novas linhagens sul-africanas.

No campeonato de fêmeas, a grande novidade será a participação inédita de borregas dos reprodutores JOJO e MARIO, animais consagrados na principal competição sul-africana em 2010. Revelação do plantel de Mickey Phillips, JOJO é filho do mundialmente conhecido HOT DOG, genética inédita no Brasil. “É um animal que expressa a totalidade da raça. Para se ter ideia, algumas fêmeas selecionadas por Phillips para a Internacional da Raça na África do Sul conquistaram a maioria dos prêmios.”, explica o Eng. Agrônomo Carlos Vilhena, gerente da Dorper Campo Verde, ressaltando que a cabanha têm direito exclusivo de uso deste reprodutor nas coletas de embrião.

Adquirido pela Campo Verde no berço da raça, Mário é outro importante exemplar. Pertencia aos criadores Mickey Phillips e Phillip Strauss, os melhores em seus respectivos países (África do Sul e Namíbia). “Fêmeas desse reprodutor também foram bem premiadas, fazendo parte do time de pista de Mickey Phillips, que em 2010 só pôde participar com fêmeas. É um animal de genética extraordinária e inédita no Brasil”, complementa o técnico.

Nesta edição da Feinco, a Campo Verde também levará reprodutores que estreiam em grandes campeonatos. No White Dorper, o grande destaque será Dorper Campo Verde 1721, o “FREDDIE”, animal escolhido pelos jurados da Nacional da Raça em 2010 como o melhor reprodutor da exposição. Como tinha apenas sete meses de idade, não pode participar da “grande roda”.

Para o grande campeonato de machos Dorper, a grande aposta são dois reprodutores top, que devem surpreender os jurados e conquistar títulos importantes: o Dorper Campo Verde 1734, filho do DCV 0167, o renomado KOSTER, e um filho de “JAKE”, animal de elite na África do Sul, também utilizado com exclusividade pela Dorper Campo Verde.” Esses carneiros conquistaram os títulos de Campeão e Reservado Campeão Nacional em 2010 na categoria Borrego”, finaliza Vilhena.

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