sábado, 7 de julho de 2012

Produção, manejo e seleção de fêmeas será destaque em Dia de Campo na cidade de Jarinu, no interior de São Paulo


Cerca de 300 ovinocultores são esperados para o III Dia na Dorper Campo Verde, agendado para o dia 21 de julho, a partir das 8h30, em Jarinu (SP). O evento é uma iniciativa da Dorper Campo Verde, responsável pela maior reserva genética das raças Dorper e White Dorper de linhagem sul-africana do Brasil, com o objetivo de fomentar a organização da cadeia produtiva da carne de cordeiro. O foco dos debates serão as estratégias de produção, manejo e seleção das fêmeas ovinas, os caminhos para se alcançar a tão sonhada produção em escala. 
O engenheiro-agrônomo e gerente da Campo Verde, Carlos Vilhena Vieira, explica que,  nas edições anteriores, muito se falou sobre o mercado, as exigências dos ovinos e o impacto do melhoramento genético na rentabilidade, entretanto, o surgimento de dúvidas é frequente, principalmente sobre o manejo das matrizes, que necessitam de cuidados especiais para se manterem férteis e  longevas por longo período", comenta.

Para isso, a Campo Verde convidou especialistas e também um criador que fez da ovinocultura um negócio muito lucrativo. A zootecnista, consultora e doutoranda em custos de produção Camila Raineri será a primeira palestrante. Com o tema "Manejo de Fêmeas: da Recria ao Parto" ela falará sobre alternativas de manejo e nutrição, redução de problemas de parto e o aproveitamento das ovelhas no rebanho e sua comercialização como matriz. "Ainda é grande a demanda de criadores que, muitas vezes, encontram dificuldade em manejar as borregas no decorrer de seu desenvolvimento, o que pode gerar prejuízo e retardar o crescimento do rebanho", explica. Camila também cria, é proprietária da Paraíso Ovinos, localizada em Leme (SP), onde comercializa fêmeas cruzadas para produção de cordeiros.

Dão sequencia, duas apresentações sobre manejo sanitário. A primeira será do médico- veterinário, PH.D e gerente técnico da MSD Saúde Animal, Sebastião Faria Jr, sobre a saúde no período da cria e sua influência na produção de cordeiros em quantidade e qualidade. Logo em seguida, o também veterinário, Mestre em Produção Animal e gerente técnico da Novartis Saúde Animal, Otaviano Pereira Neto, argumentará sobre verminoses e estratégias de controle em diferentes sistemas produtivos. "É um tema fundamental porque o rebanho é frequentemente atacado por poli-infecções causadas por vermes gastrointestinais, podendo levar os animais a morte", ressalta Lucas Heymeyer, responsável de vendas da Campo Verde.

Encerrando as discussões, Wagner Marchesi, proprietário da Cava Cordeiro, sediada em Jussara (GO), e o médico-veterinário e consultor técnico da propriedade, André Rocha, discorrem sobre a importância do melhoramento genético nas fêmeas destinadas à produção de carne. Inovadora, a Cava Cordeiro faz cria, recria, engorda e desossa na própria fazenda, terceirizando apenas o serviço de abate, realizado em Jussara e Formosa (GO), em abatedouros homologados pelo S.I.E ou S.I.F.

Tal iniciativa requer mais organização e capital, entretanto, o investimento retorna com valor agregado ao produto. A demanda é tão grande que, segundo ele, é preciso trabalhar em parceria, garantindo a compra, o abate e a distribuição dos cortes. Seu plantel gira em torno de 3.000 matrizes e deve se estabilizar em 5.000 nos próximos anos. "Aqui no Centro-Oeste, especialmente na região do Vale do Araguaia, buscamos animais que se adaptem ao clima e ao manejo em condição extensiva. Os cordeiros somente são confinados ao final do ciclo para agregar rendimento de carcaça e qualidade de carne", revela Marchesi.

No período da tarde, após o almoço, a Campo Verde realizará um shopping de reprodutores Dorper e White Dorper, com animais selecionados a partir das Deps (Diferença Esperada nas Progênies) para as características de real interesse econômico, como ganho de peso, precocidade, fertilidade e qualidade da carne. "São animais que vão transmitir mais carcaça aos cruzamentos, e podem gerar ganhos de até 25% no abate, devido à heterose", explica Heymeyer. O evento conta com apoio do CAT e do SEBRAE  e patrocínio de empresas privadas. 

No dia seguinte, 22 de julho, às 21 horas, a cabanha promove, pelo Canal Terraviva, o leilão virtual de 60 ovelhas e 10 carneiros PO (Puros de Origem), distribuídos em lotes duplos e individuais.



Cenário favorável - A criação de ovinos está em alta em todo país, estimulada pela crescente demanda de consumidores  para a carne de cordeiro e a histórica escassez de matéria-prima. Segundo dados do IBGE, o efetivo do rebanho brasileiro gira em torno de 16 milhões cabeças. Seriam necessários 100 milhões de animais para que houvesse produção em escala constante.  Cerca de 80% de toda carne que chega ao Brasil vem de outros países, principalmente do Uruguai, entretanto, suficiente para apenas pouquíssimas praças. Em busca de animais, a indústria passou a trabalhar com margens até três vezes mais altas do que há dois anos, idealizando um cenário que tem atraído grandes investidores e estimulado a expansão ou criação de projetos para a produção em volume e qualidade. "Com um consumo per capita de 700 gramas/ano, que está bem abaixo da média mundial (2 quilos), calcula-se que haja um déficit de 80 mil toneladas/ano, volume que representa apenas 10% do potencial de consumo", conclui o gerente da Dorper Campo Verde, Carlos Vilhena Vieira.

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Leilão virtual coloca em oferta 60 fêmeas e 10 reprodutores Dorper e White Dorper PO

Criadores de ovinos Dorper e White Dorper de Alagoas, Amazonas, Pernambuco, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Bahia, bem como os demais estados brasileiros, terão acesso a mais pura genética da linhagem sul-africana durante o Leilão Virtual Matrizes Dorper Campo Verde, agendado para o dia 22 de julho, às 21 horas, pelo Canal Terraviva. Para este evento, a Dorper Campo Verde, de Jarinu (SP), apartou nada menos que 60 ovelhas e 10 carneiros puros de origem, que serão ofertados em lotes duplos e individuais. Um dia antes, 21 de julho, à partir das 8h30, a cabanha promove ainda um dia de campo especial, reunindo produtores em discussões importantes sobre manejo, mercado, genética, nutrição e tecnologias.
Lucas Heymeyer, responsável de vendas da propriedade, explica que este leilão deve gerar uma boa oportunidade de negócios, tendo em vista um mercado promissor e ainda pouco explorado no agronegócio. Segundo ele, há grande demanda para o consumo da carne de cordeiro, cenário condizente com as características das raças Dorper e White Dorper, que foram criadas e selecionadas exclusivamente para essa finalidade.

"A produção nacional é inconsistente e houve redução nas importações, ocasionada por uma série de fatores, como a diminuição dos rebanho nos países fornecedores e questões mercadológicas. O preço do cordeiro no Brasil se mantém em alta, desde de 2010, ciclo que deve perdurar nos próximos anos", comenta. Diz ainda que o momento é promissor para formação de plantel e a comercialização de animais puros, necessários aos cruzamentos que valorizam a produção de uma carne de melhor qualidade.

Empenhada em aumentar a participação desses ovinos no mercado, a cabanha oferece fêmeas prenhes ou como um borrego ao pé, multiplicando o retorno do investimento. Algumas sairão vazias para que o próprio comprador escolha o acasalamento com o reprodutor de sua preferência. A Dorper Campo Verde detém a maior reserva genética da linhagem sul-africana no Brasil e foi quem revelou os principais reprodutores da atualidade, genética presente no remate.
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Guzerá e Gir Villefort ofertam touros e novilhas da melhor qualidade

O empresário e pecuarista mineiro Virgílio Villefort preparou três leilões para este mês, com touros e novilhas Gir Leiteiro e Guzerá PO 


O primeiro será o Leilão Virtual Reprodutores e Novilhas Guzerá Villefort, agendado para o dia 16 de julho, às 21 horas, pelo Canal Rural. Serão vendidos 80 reprodutores e 20 novilhas PO (Puro de Origem) da raça Guzerá. São todos mochados para facilitar o manejo, seguindo com Registro Genealógico Definitivo na ABCZ e exame de DNA. Os machos apresentam andrológico positivo e as fêmeas diagnóstico de gestação.


No dia 22 de julho, a partir das 10 horas da manhã, será a vez do Leilão Virtual Top Leite Reprodutores Gir Villefort ofertar pelo Agrocanal - Mercado do Leite, 50 touros Gir Leiteiro prontos para o serviço a campo.  Dois dias depois, 24 de julho, às 21 horas o  Leilão Top Leite Gir Villefort, pelo Canal Rural, venderá 90 novilhas Gir Leiteiro PO, 2 prenhezes especiais Gir Leiteiro sexadas de fêmea e 02 touros de repasse. 


A seleção Villefort padronizou as condições de pagamento em até 24 parcelas, com 10% de desconto à vista e 5% de desconto em 14 parcelas. Frete grátis em condições especiais. (31) 3617-1145 - Guzerá e Gir Villefort


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Artigo: Dorper e White Dorper, opções para rentabilidade na ovinocultura

Por Carlos Vilhena Vieira

Criada pelos colonizadores ingleses na África do Sul, em meados de 1940, a raça Dorper conquistou ovinocultores em todo mundo, principalmente aqui no Brasil, que já conta com um plantel de 40 mil animais registrados. Surgiu após uma década de pesquisas, a partir da necessidade de uma espécie que fosse eficiente na produção de carne e, ao mesmo tempo, resistisse às intempéries regionais, como baixa oferta de alimentos e o clima semidesértico. Os trabalhos se afunilaram com os cruzamentos entre o Blackhead Pérsian, raça nativa tolerante ao calor, com a britânica Dorset Horn, produtora de uma carne de excelente qualidade. Em geral, os produtos meio-sangue apresentavam o corpo branco e a cabeça preta (Dorper), entretanto, em duas ou três gerações, surgiriam animais totalmente brancos, mas com as mesmas características comerciais. Os brancos passaram a ser chamados White Dorper, assim como os borregos oriundos da cruza entre o Dorset Horn e o Van Rooy, outra raça indígena muito semelhante ao Blackhead Persian. 
A única diferença entre ambas é que o White Dorper (os animais brancos) é um pouco mais comprido e possui uma distribuição de gordura mais equânime, enquanto que o Dorper apresenta um pequeno acúmulo na região da calda e no peito, herança do seu ancestral da região. Se tratando de fertilidade, precocidade, ganho de peso, adaptabilidade e velocidade de terminação de carcaça, não há distinção entre eles.A única diferença entre ambas é que o White Dorper (os animais brancos) é um pouco mais comprido e possui uma distribuição de gordura mais equânime, enquanto que o Dorper apresenta um pequeno acúmulo na região da calda e no peito, herança do seu ancestral da região. Se tratando de fertilidade, precocidade, ganho de peso, adaptabilidade e velocidade de terminação de carcaça, não há distinção entre  eles.
Atualmente, estão distribuídos em todos os estados, principalmente no Norte e Nordeste, respondendo por animais que vão cedo para o gancho. O Sudeste vem se destacando como polo de excelência genética e fornecedor de reprodutores comerciais para serviço de campo, enquanto que no Sul, os criadores usam principalmente o White Dorper para agregar valor de carcaça às raças lanadas, com pouco prejuízo na qualidade de lã. Já no Centro-Oeste, onde a ovinocultura encontra as melhores condições para produção em larga escala, sua participação ainda é tímida, mas a perspectiva de crescimento é imensa. Os preços aquecidos para a carne de cordeiro também ajudam a explicar a preferência por estas raças. O consumo per capita, que gira em torno de 700 gramas/habitante/ano, está abaixo da média mundial - 2 quilos -, e há um déficit de 80 mil toneladas/ano, que representa 10% do nosso consumo. Com um rebanho de 16 milhões de ovinos, a produção sequer arranha a demanda e nos mantém dependentes de países como Austrália, Novas Zelândia e Uruguai, esse último nosso principal fornecedor. Cerca de 80% de toda carne que levamos à mesa vem do vizinho com abate controlado, que recentemente passou a direcionar grande parte de sua produção a outros mercados, tornando o produto ainda mais escasso no Brasil. Se de um lado há pouca produção, do outro, surge uma oportunidade de negócio a ser considerada pelos investidores. Hoje, o mercado paga quase o triplo do que pagava pelo quilo de cordeiro há dois anos e esse cenário deve prosseguir. Com melhor margem de renda, aumentaram os investimentos em genética, nutrição e sanidade e começam a surgir projetos audaciosos, alguns com mais de 10 mil ovelhas, um sinal evidente da transformação da ovinocultura. 
Assim como o Angus agrega valor de carcaça ao gado Nelore na bovinocultura de corte, o Dorper e o White Dorper aumentam o rendimento de carcaça, precocidade em ganho de peso, diminuição no tempo de abate e a qualidade da carne das raças ovinas já fixadas. Quem usa animais puros nos cruzamentos consegue abater cordeiros entre os 100 e 150 dias, com até 40 quilos de peso vivo, perfil que garante o tipo de corte ideal. Creio que, em breve, seremos autossuficientes em produção e as raças Dorper e White Dorper desempenharão um papel fundamental nesse processo, pela capacidade de gerar ganhos de até 25% em toda a cadeia de criação até o abate, devido a qualidade da raça e a heterose. Assim como o Angus agrega valor de carcaça ao gado Nelore na bovinocultura de corte, o Dorper e o White Dorper aumentam o rendimento de carcaça, precocidade em ganho de peso, diminuição no tempo de abate e a qualidade da carne das raças ovinas já fixadas. Quem usa animais puros nos cruzamentos consegue abater cordeiros entre os 100 e 150 dias, com até 40 quilos de peso vivo, perfil que garante o tipo de corte ideal. Creio que, em breve, seremos autossuficientes em produção e as raças Dorper e White Dorper desempenharão um papel fundamental nesse processo, pela capacidade de gerar ganhos de até 25% em toda a cadeia de criação até o abate, devido a qualidade da raça e a heterose.
Os primeiros exemplares da raça Dorper chegaram ao Brasil há 20 anos, embriões importados pelo Centro de Pesquisa EMEPA e os nascimentos foram leiloados aos criadores nordestinos. Estes foram cruzados com raças lanadas e semideslanadas e os resultados surpreenderam. A heterose gerou cordeiros que, ainda jovens, apresentam um excelente desempenho de carcaça e, desde então, começaram a surgir projetos especializados na seleção genética. Dorper e White Dorper são, até o momento, as únicas raças no Brasil criadas e selecionadas exclusivamente para produzir carne de alta qualidade.

* Carlos Vilhena Vieira é Engenheiro Agrônomo e gerente da Dorper Campo Verde, de Jarinu (SP). Contato pelo telefone (11) 2626-9491 ou pelo e-mail carlosvilhena@dorpercampoverde.com.br

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sexta-feira, 25 de maio de 2012

Guzerá e Gir Villefort entram no mês de junho com três grandes leilões

Três grandes leilões dos criatórios Guzerá e Gir Villefort, de Minas Gerais, prometem movimentar a pecuária no mês de junho. O primeiro será o Leilão Gir Villefort e Convidados, em 4 de junho, às 20h45 (horário de Brasília), pelo Canal do Boi, com 33 animais em oferta. No dia seguinte (05 de junho), às 21 horas, será a vez do Leilão Guzerá Villefort e Convidados comercializar, pelo Canal Rural, 31 exemplares do mais alto padrão genético, muitos premiados em importantes exposições, como a ExpoZebu'2012, em Uberaba (MG). Ambos ocorrem no Pavilhão Redondo do Parque da Gameleira, em Belo Horizonte (MG), com os animais no recinto.

Encerrando o calendário do mês, o Leilão Virtual Jovens Matrizes e Prenhezes Guzerá Villefort, em 18 de junho, pelo Canal Rural, disponibilizará 40 lotes duplos de novilhas Guzerá com prenhez confirmada. O promotor, Virgílio Villefort, revela que ainda serão vendidas três prenhezes sexadas de fêmea, de importantes matrizes.Os animais seguem com exame de DNA e Registro Genealógico Definitivo na ABCZ.

Para esse leilão, haverá pagamento facilitado em até 24 parcelas e frete gratuito, dentro da malha rodoviária, nas seguintes condições: qualquer localidade em Minas Gerais. Para os estados vizinhos (SP, RJ, ES, BA, MS, GO e DF), e ainda no Mato Grosso, Paraná e Tocantins, nas compras de dois animais ou uma prenhez. Para os estados de Alagoas, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, Sergipe e parte do Pará que não tem trecho hidroviário vale para compras de, no mínimo, 06 animais ou duas prenhezes.

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(31) 3617-1145 - Guzerá e Gir Villefort

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quarta-feira, 23 de maio de 2012

Demanda aquecida garante mais um ano de bons negócios ao Megaleilão da Estância Bahia

Até o fim do ano, o estado do Mato Grosso deve mandar para o abate mais de 900 mil bovinos confinados, segundo a Acrimat. Fatores como clima e degradação de pastagem, impulsionaram a técnica em todo território e o surgimento de grandes empreendimentos especializados. Os resultados do Megaleilão 10.012 da Estância Bahia, evento encerrado em 19 de maio, na capital do estado, Cuiabá, que reuniu os maiores confinadores do Brasil, confirmam esta tendência.

O circuito  de vendas do megaleilão é o maior evento da pecuária mundial. Apenas neste ano, comercializou - em três etapas - nada menos que 71.818 mil bovinos, entre bezerros, novilhas, vacas garrotes e, principalmente, bois erados, que representaram uma grande fatia da oferta. A estimativa da promotora, o Grupo Estância Bahia, aponta aumento em volume de animais e faturamento. "Mesmo em um momento de certa calmaria no mercado da pecuária e das incertezas na economia global, os pregões movimentaram mais de R$ 60 milhões, acréscimo de quase 10% em movimentação financeira e 12% em volume de animais", informa o proprietário Maurício Tonhá.

Em um passado recente, os megaleilões eram fontes "inesgotáveis" de bezerros, entretanto, com o mercado apontando novas diretrizes, as vendas foram ajustada para as novas demandas. "Não somos nós que temos de imaginar um mercado para atender, precisamos é ter capacidade de suprir as demandas que surgem", argumenta.

A primeira etapa, em 21 de abril, na cidade de Água Boa (MT), deu início aos negócios. Das 40.941 cabeças vendidas, 30.869 eram machos. Os 188 lotes foram disputados lance a lance, gerando receita de R$ 34.586.448,00. O volume de unidades comercializadas garantiu outro recorde, com 230 unidades a mais que a edição passada, porém, questões pontuais de mercado ocasionaram uma pequena redução de 6% no faturamento. O empresário avalia que o preço da arroba do boi gordo esteve 10% mais baixo em comparação ao mesmo período de 2011, mas ressalta que na conversão com o cenário atual, registrou-se uma valorização, com médias acima do mercado.

Maior confinador do Brasil, com mais de um milhão de animais abatidos no ano passado, Goiás sediou, em 13 de maio, a segunda etapa com um grande volume de produtos para terminação,  entre as sete mil cabeças comercializadas em parceria com a Associação dos Produtores do Vale do Araguaia (Aprova). "Recebemos mais de mil pecuaristas na cidade de Britânia e os preços registrados condizem com o mercado", assinala Marcelo Marcondes, presidente da entidade. Os machos foram negociados à média de R$ 986,98 e as fêmeas à R$ 606,00.

Em Cuiabá, ficou ainda mais evidente a participação desse perfil de investidor. Cerca de 50 fazendas reuniram 24.035 animais, dos quais 18.856 eram machos. As  média foram as mais altas, R$ 927,00 para os machos e R$ 676,00, encerrado o circuito com R$ 19.914.197,68. "Os investimentos dos confinadores também demonstram que a integração entre a produção de grãos e de carne será o grande boom da pecuária mato-grossense, principalmente agora com o novo código florestal em votação e as leis ambientais cada vez mais rígidas. A técnica certamente permitirá um crescimento contínuo da produtividade pecuária sem a necessidade de abertura de novas áreas", argumenta o organizador, Guilherme Tonhá,  gerente-administrativo do Grupo Estância Bahia.

A empresa já começa traçar os próximos megaleilões, que continuam agendados para os meses  de abril e maio de 2013. Como de praxe, o compromisso será vender, no mínimo, 10.013 animais em cada leilão do circuito, mas o profissionalismo, a dedicação e a confiança dos clientes que compram e vendem podem garantir números ainda mais elevados. Em 21 anos de participação no mercado, a Estância Bahia já comercializou mais de dois milhões de animais, 441.743 só em seus megaleiões.

Informações: (65) 2121-6700 ou (66) 3468-6600

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No Mato Grosso: Wolney Domingos
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Guzerá e Gir Villefort entram no mês de junho com três grandes leilões

Três grandes leilões dos criatórios Guzerá e Gir Villefort, de Minas Gerais, prometem movimentar a pecuária no mês de junho. O primeiro será o Leilão Gir Villefort e Convidados, em 4 de junho, às 20h45 (horário de Brasília), pelo Canal do Boi, com 33 animais em oferta. No dia seguinte (05 de junho), às 21 horas, será a vez do Leilão Guzerá Villefort e Convidados comercializar, pelo Canal Rural, 31 exemplares do mais alto padrão genético, muitos premiados em importantes exposições, como a ExpoZebu'2012, em Uberaba (MG). Ambos ocorrem no Pavilhão Redondo do Parque da Gameleira, em Belo Horizonte (MG), com os animais no recinto.

Encerrando o calendário do mês, o Leilão Virtual Jovens Matrizes e Prenhezes Guzerá Villefort, em 18 de junho, pelo Canal Rural, disponibilizará 40 lotes duplos de novilhas Guzerá com prenhez confirmada. O promotor, Virgílio Villefort, revela que ainda serão vendidas três prenhezes sexadas de fêmea, de importantes matrizes.

Os animais seguem com exame de DNA e Registro Genealógico Definitivo na ABCZ. Para este leilão Jovens Matrizes, haverá pagamento facilitado em até 24 parcelas e frete gratuito, dentro da malha rodoviária, nas seguintes condições: qualquer localidade em Minas Gerais. Para os estados vizinhos (SP, RJ, ES, BA, MS, GO e DF) e ainda no Mato Grosso, Paraná e Tocantins nas compras de dois animais ou uma prenhez. Para os estados de Alagoas, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, Sergipe e parte do Pará que não tem trecho hidroviário vale para compras de, no mínimo, 06 animais ou duas prenhezes.

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terça-feira, 22 de maio de 2012

Megaleilão em Cuiabá

Em Cuiabá, capital do Mato Grosso, a Pec Press também realizou um grande trabalho de divulgação do Megaleilão 10.012 da Estância Bahia. Essa foi a última etapa do circuito em 10.012 e foram negociados nada menos que 24.035 cabeças de gado, entre nelore e anelorados. Depois de um trabalho maciço na imprensa, convidados vários jornalistas. Participaram as emissoras TV Centro América (Globo Minas), TV Rondon (SBT), as revistas Dinheiro Rural e RDM e os jornais A Gazeta e Jornal da Cidade. Um ponto muito interessante foi conseguir conciliar as fontes sugeridas sem interferir no fluxo de comercialização. O faturamento beirou a casa de R$ 20 milhões. Agradecimentos especiais ao jornalista Daniel Popov e o fotógrafo Rafael Garcia, que saíram de São Paulo para cobrir o leilão.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Megaleilão 10.012 da Estância Bahia em Cuiabá (MT) pode chegar a 23 mil bovinos

Remate firma-se como ponto diferenciado de comercialização

Pecuaristas de Cuiabá (MT) e região aguardam com grande expectativa pela última etapa de vendas do Megaleilão 10.012 da Estância Bahia, que ocorre no próximo sábado, 19 de maio, às 12h, com transmissão pelo Canal Terraviva. O compromisso é vender 10.012 animais, entretanto, o volume de inscrições indica uma oferta superior às 22.860 cabeças apregoadas em 2011. "O gado foi vistoriado em mais de 50 propriedades, atendendo todas as especificações necessárias. Nossos clientes novamente contarão com uma oferta de muita qualidade, principalmente se tratando de rusticidade, precocidade e velocidade de terminação do gado", ressalta Guilherme Tonhá, gerente-administrativo do Grupo Estância Bahia.

Essa, aliás, é uma característica marcante em todos os remates promovidos pela Estância Bahia, que chega aos 21 anos de existência com mais de dois milhões de animais comercializados. Nos megaleilões, preço pode ser um fator determinante, tanto para quem vende quanto para quem compra. Muitos, inclusive, reservam seu gado para vender apenas no evento. É o caso do pecuarista Paulo Bernardes, da Fazenda Castelo, de Cáceres (MT), que separou mais de 1.000 machos Nelore, a maioria garrotes de 12 a 18 meses. "Faço a recria e vendo no megaleilão porque, dessa forma, não fico a mercê da indústria. Uma grande vantagem, sem sombra de dúvidas, é a valorização da arroba do boi", afirma. Outro grande vendedor de Cáceres é Luiz Roberto Barbosa Barros, das fazendas Retiro e Toca Vaca, com 1.440 machos nelore.

Quem trabalha com cruzamento industrial também costumam apartar gado para o leilão. Conhecida pela genética diferenciada e o emprego de alta tecnologia na criação, a Agropecuária Nova Vida, de Ariquemes (RO), está entre os vendedores. A fazenda comercializará 720 animais, entre machos e fêmeas, com sangue aberdeen angus, Red angus, senepol e nelore de inseminação com sêmen de touros avaliados de várias centrais. "Essa é a primeira vez que participamos como vendedores. Acompanhei o leilão em Água Boa e notei que há uma valorização para animais de cruzamento", explica.

Uma grande vantagem apontada por muitos é o volume em oferta. É o caso do Grupo Primo Menegalli, com empreendimento em Barra dos Bugres (MT). "O Megaleilão conta com uma ampla estrutura, além de volume e qualidade. A comodidade, talvez, seja o melhor benefício. Posso comprar um volume considerável e buscar com uma folga de tempo. Se não puder retirar na hora, sei que serão bem tratados no confinamento da Estância Bahia", explica o empresário Primo Menegalli.

Em Água Boa (MT) e Britânia (GO) - A primeira etapa do circuito aconteceu em 21 de abril, na cidade de Água Boa, no Mato Grosso. Em apenas oito horas, foram a leilão exatos 40.941 animais de cria, recria e engorda, superando a edição anterior em volume de animais. O público foi um destaque à parte, pois nada menos que 2.500 pessoas, entre pecuaristas, empresários e lideranças políticas, lotaram as dependências do recinto para presenciar o maior acontecimento da pecuária mundial. Com liquidez total, o faturamento alcançou R$ 34.582.448,00. A penúltimo fase foi em Britânia, Goiás, em parceria com a Associação dos Produtores do Vale do Araguaia (Aprova). Os 6.842 bovinos em leilão renderam R$ 5.876.744,00. Cerca de 1.000 pecuaristas lotaram as instalações do recinto de leilões Lago dos Tigres, local de realização. Cada macho foi vendido pela média de R$ 986,00, enquanto que as fêmeas a R$ 606,00.
SERVIÇO
Megaleilão 10012 da Estância Bahia - CuiabáData: 19 de maio (sábado), às 12h
Realização: Grupo Estância Bahia
Cadastro e Lances: (65) 2121-6700
Transmissão: Canal Terraviva
Informações: www.estanchabahia.com.br

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terça-feira, 15 de maio de 2012

Guzerá Villefort promove oferta especial de 110 reprodutores Guzerá PO

Raça bovina de origem indiana com mais de cinco mil anos, o Guzerá vem conquistando cada vez mais adeptos no Brasil. O zebuíno que tem caído no gosto dos pecuaristas de corte, ganha força também no leite, principalmente pela sua rusticidade. Para atender a essa demanda, o Guzerá Villefort, de Minas Gerais, agendou para o dia 28 de maio, a partir das 21 horas, o Leilão Virtual Reprodutores Guzerá Villefort. O evento ocorre pelo Canal Rural, com 110 reprodutores Guzerá PO.
Durante o leilão, que será organizado pela Programa Leilões, pecuaristas de todo Brasil terão acesso a touros de alta performance, todos puros de origem, com Registro Definitivo da ABCZ, mochados para facilitar o manejo e que seguem com andrológico positivo e exame de DNA. Outro diferencial é o pagamento facilitado, que será em até 24 parcelas, e o frete grátis em condições especiais. Em Minas Gerais, o benefício é valido para compras de qualquer quantidade. Nos estados vizinhos, e também em MT, PR, e TO, acima de dois animais, e demais localidades, seis cabeças ou mais.
O promotor Virgílio Villefort comenta que os animais reúnem características como rusticidade e adaptabilidade, com muita precocidade, fertilidade e bons índices para ganho de peso e rendimento de carcaça. Segundo ele, são ideais para vários cruzamentos, tanto no corte quanto no leite. O choque sanguíneo com o Nelore (para carne) e o Holandês (para leite) estão entre os preferidos.
No cruzamento com o Nelore, o Guzerá gera o Guzonel, gado pesado, que caminha grandes extensões em busca do alimento e detém uma carne diferenciada. As fêmeas meio-sangue são boas mães e produtoras de leite, longevas e oferecem várias alternativas de cruzamento, como com o Gir ou Holandês.
Já com gado Holandês origina fêmeas Guzolando rústicas e também longevas, muito férteis e produtoras de leite em condições de pasto. A técnica está em franca expansão no Norte, Nordeste e Centro-Oeste, respaldada pela migração das bacias leiteiras para estes locais de clima mais quente. "Essas regiões exigem raças que sejam produtivas e resistentes ao calor, características naturalmente encontradas no Guzerá", argumenta.
Os ganhos ainda se estendem com o abate dos machos, pela qualidade da carne e carcaça. A resistência e conversão alimentar sobressaltada são peculiaridades no Guzerá. Talvez seja a raça que apresente os melhores índices entre todos os zebuínos, o que ajuda a explicar a sua rápida expansão por quase todo território nacional. "A raça provém de regiões desérticas da Índia, onde é baixa a oferta de alimento e o clima oscila de 50º durante o dia para menos de 0° à noite", explica Villefort.
Guzonel, uma ótima opção de receptora - Outra possibilidade de investimento está na produção de receptoras. Com a determinação da ABCZ, que torna obrigatório o uso de ventres 100% zebuínas nos processos de FIV e TE para o Nelore, Brahman e outros zebus, a partir de 2014, haverá demanda superior a 1 milhão de fêmeas, segundo estimativa inicial do departamento técnico da entidade. Para cada receptora
implantada, três serão necessárias no processo. As fêmeas Guzonel (Guzerá PO x Nelore comercial) serão muito requisitadas, pela dupla eficiência do Guzerá, a docilidade, facilidade de parto, a possibilidade de criação em regime de pasto e a produção de leite.
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segunda-feira, 14 de maio de 2012

Mega Leilão da Estância Bahia surpreende o mercado


Próximas etapas acontecem em Britânia (GO) e Cuiabá (MT). Circuito pode chegar a mais de 72 mil animais comercializados em 2012.
Nascido de um desafio, o Mega Leilão 10.012 da Estância Bahia, realizado dia 21 de abril, em Água Boa, no Mato Grosso, impressionou por mais um ano a pecuária nacional com uma grande oferta de bois. Em apenas oito horas, foram a leilão exatos 40.941 animais de cria, recria e engorda, divididos em 188 lotes, superando a edição anterior em volume de animais. O público foi um destaque à parte, pois nada menos que 2.500 pessoas, entre pecuaristas, empresários e lideranças políticas, lotaram as dependências do recinto para presenciar o maior acontecimento da pecuária mundial. Com liquidez total, como ocorre há 12 anos, o faturamento alcançou R$ 34.582.448,00.
Os próximos desafios do Grupo Estância Bahia em 2012, que tem à frente o empresário Maurício Tonhá, serão em Britânia/GO e em Cuiabá/MT, onde ocorrerão as outras duas etapas que complementam este grande e único circuito de vendas. "O resultado da edição de Água Boa foi espetacular, dentro do cenário atual da pecuária. Tivemos 230 bovinos a mais do que no ano passado. Na comparação com a edição de 2011, o faturamento foi um pouco menor e podemos atribuí-lo às questões de mercado, pois as cotações do boi estão 10% menores que no mesmo período do ano passado. Em volume de arrobas, superamos os números de 2011”
Apesar do recorde de animais, o empresário também explica que esse não estava previsto. A volumosa oferta este ano foi garantida por cerca de 73 fazendas, com destaque à Fazenda Rio Bonito, de Antônio Medeiros, e a Califórnia, de Abél Leopoldino, ambos com mais de 5 mil animais à venda. Nas contas gerais, foram arrematados 30.869 machos, pela média geral de R$ 844,00, e 10.072 fêmeas, à R$ 557,00 cada uma. Abel Leopoldino destacou-se como o maior vendedor do leilão, com 5.700 bois comercializados. A grande oferta do Mega Leilão foi absorvida por uma cartela de 56 compradores, que disputaram os lotes lance a lance com outras centenas de pecuaristas vindos de vários estados brasileiros.
Mega Leilão Britânia
"Com os resultados de Água Boa, já ultrapassamos a metade de nossa meta", ressalta Tonhá. No dia 13 de maio, domingo, a cidade de Britânia, em Goiás, receberá a segunda etapa, onde serão ofertados, no mínimo, 10.012 animais de cria, recria e engorda. Será no recinto Lago dos Tigres, a partir das 12h, com transmissão pelo Canal Terraviva. O remate resulta de uma parceria com a Associação dos Produtores do Vale do Araguaia (Aprova), prefeitura e sindicato rural de Britânia, além do Sindicato Rural de Aruanã.
A extensão do circuito além Mato Grosso dá inicio a um grande projeto traçado pela Estância Bahia para atender novas e promissoras praças da pecuária brasileira. Goiás, por exemplo, é líder do ranking de confinamento no país, com 45% de todo o gado confinado (mais de 1 milhão de cabeças em 2011. O projeto em Goiás ganhou força depois de um pedido feito pelo próprio Marcelo Marcondes, presidente da Aprova. “Já fazia algum tempo que pleiteávamos essa possibilidade com o Maurício Tonhá, mas foi no ano passado, durante a Feicorte, que conseguimos convencê-lo a realizar um Mega Leilão em Britânia”, destaca.
Mega Leilão Cuiabá
No dia 19, a capital mato-grossense encerra a temporada de vendas em 2012, com mais de 23 mil animais em oferta. O evento é realizado em Cuiabá desde 2007 e uma nova marca pode ser superada. Em 2011, 22.860 bovinos foram negociados, gerando receita de R$ 19.685.000,00. Para este leilão, mais de 40 propriedades já tiveram seus animais vistoriados e aprovados para serem vendidos no megaleilão. "O evento em Cuiabá sempre foi promissor, assim como o de Água Boa, pela grande quantidade de confinadores na região e pela característica do evento de proporcionar animais com qualidade superior", conclui Tonhá.
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Guzerá Villefort promove oferta especial de 110 reprodutores Guzerá PO

Raça bovina de origem indiana com mais de cinco mil anos, o Guzerá vem conquistando cada vez mais adeptos no Brasil. O zebuíno que tem caído no gosto dos pecuaristas de corte, ganha força também no leite, principalmente pela sua rusticidade. Para atender a essa demanda, o Guzerá Villefort, de Minas Gerais, agendou para o dia 28 de maio, a partir das 21 horas, o Leilão Virtual Reprodutores Guzerá Villefort. O evento ocorre pelo Canal Rural, com 110 reprodutores Guzerá PO.
Durante o leilão, que será organizado pela Programa Leilões, pecuaristas de todo Brasil terão acesso a touros de alta performance, todos puros de origem, com Registro Definitivo da ABCZ, mochados para facilitar o manejo e que seguem com andrológico positivo e exame de DNA. Outro diferencial é o pagamento facilitado, que será em até 24 parcelas, e o frete grátis em condições especiais. Em Minas Gerais, o benefício é valido para compras de qualquer quantidade. Nos estados vizinhos, e também em MT, PR, e TO, acima de dois animais, e demais localidades, seis cabeças ou mais.
O promotor Virgílio Villefort comenta que os animais reúnem características como rusticidade e adaptabilidade, com muita precocidade, fertilidade e bons índices para ganho de peso e rendimento de carcaça. Segundo ele, são ideais para vários cruzamentos, tanto no corte quanto no leite. O choque sanguíneo com o Nelore (para carne) e o Holandês (para leite) estão entre os preferidos.
No cruzamento com o Nelore, o Guzerá gera o Guzonel, gado pesado, que caminha grandes extensões em busca do alimento e detém uma carne diferenciada. As fêmeas meio-sangue são boas mães e produtoras de leite, longevas e oferecem várias alternativas de cruzamento, como com o Gir ou Holandês.
Já com gado Holandês origina fêmeas Guzolando rústicas e também longevas, muito férteis e produtoras de leite em condições de pasto. A técnica está em franca expansão no Norte, Nordeste e Centro-Oeste, respaldada pela migração das bacias leiteiras para estes locais de clima mais quente. "Essas regiões exigem raças que sejam produtivas e resistentes ao calor, características naturalmente encontradas no Guzerá", argumenta.
Os ganhos ainda se estendem com o abate dos machos, pela qualidade da carne e carcaça. A resistência e conversão alimentar sobressaltada são peculiaridades no Guzerá. Talvez seja a raça que apresente os melhores índices entre todos os zebuínos, o que ajuda a explicar a sua rápida expansão por quase todo território nacional. "A raça provém de regiões desérticas da Índia, onde é baixa a oferta de alimento e o clima oscila de 50º durante o dia para menos de 0° à noite", explica Villefort.
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Leilão Virtual Sêmen e Prenhezes Gir Villefort

Genética de famílias consagradas no Gir Leiteiro será o destaque do Leilão Virtual Sêmen e Prenhezes Gir Villefort, agendado para o dia 14 de maio, às 21 horas, pelo Canal Rural. Virgílio Villefort, promotor do remate, venderá doses sêmen de importantes reprodutores de seu plantel e também de animais raros, escassos no mercado,  como Tabu TE Cal., Meteoro de Bras., Radar dos Poções e C.A. Sansão. Também serão vendidos 06 lotes individuais de prenhezes sexadas de fêmeas com garantia de nascimento e Registro Genealógico na ABCZ.
Outro diferencial  está no pagamento facilitado, que será em até 24 parcelas, e a entrega gratuita em Minas Gerais e estados vizinhos (SP, RJ, ES, BA, MS, GO e DF) na compra de qualquer quantidade. O benefício se estenderá para os demais estados brasileiros, dentro da malha rodoviária, para compras de dois pacotes de sêmen ou qualquer volume de prenhezes.


SERVIÇO


Leilão Virtual Sêmen e Prenhezes Gir Villefort
Data: 14/05/2012, às 21h
Transmissão: Canal Rural
Organização: Programa Leilões
Informações: (31) 3627.1145

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sábado, 21 de abril de 2012

O humilde rapaz que escreveu uma incrível história de sucesso

Esse é Maurício Tonhá, o feirante que hoje é responsável pela realização do maior leilão da pecuária mundial, o Megaleilão da Estância Bahia.

Baiano de Santana dos Brejos, filho de pequeno produtor rural e uma professora do ensino primário, Maurício Tonhá, escreveu uma incrível história de sucesso ao longo da carreira. Conhecido hoje como “o leiloeiro das grandes boiadas”, ele nunca se deixou abater pelas dificuldades da vida. Foi graças ao seu otimismo que o menino humilde do interior da Bahia construiu um dos empreendimentos mais sólidos do estado do Mato Grosso e do Brasil, o Grupo Estância Bahia, que hoje possui um confinamento para 20 mil cabeças de gado e coordena o maior leilão da pecuária mundial. Em apenas sete horas, são vendidos 40 mil bois.

Sua história começou aos 15 anos de idade, quando decidiu sair da pequena cidade onde morava para continuar estudar em Brasília, no Distrito Federal, e encontrar uma boa condição de trabalho. “Até meus 19 anos trabalhei como feirante. Trabalhava duro durante o dia, vendendo embalagens plásticas, e à noite me dedicava aos estudos. Essa fase ficou marcada. Foi a época em que comecei a desenvolver o tino comercial. Para me manter, precisava de dinheiro e, para consegui-lo, tinha de ser persistente e vender meu produto. Com certeza, foi a melhor escola da minha vida”, relembra o empresário.

Mesmo despertando para as vendas, o sonho era ser engenheiro da construção civil, mais distante a cada hora extra no trabalho. À época, sua formação não permitiu ingressar em uma universidade pública. “Naquela época não contávamos com os recursos que temos hoje e entrar em uma boa instituição era algo quase impossível”, comenta.

Entendendo que o estudo seria o caminho para um futuro melhor, passou a se dedicar aos concursos públicos. O reconhecimento veio em 1982, quando foi convocado pela agência da Caixa Econômica em Barra do Garças, no Mato Grosso. Sua condição passou a melhorar, porém, tinha em mente que poderia crescer ainda mais. Prestou outro concurso, dessa vez para o Banco do Brasil, e foi nomeado para preencher uma vaga em Água Boa, na porção média do Vale do Araguaia.

Ficou satisfeito com a nova fase, mas percebeu que não era aquilo que queria. Foi quando, de certa forma, passou a empreender, mas sem deixar o cargo que exercido no banco. Com o dinheiro das férias, passou a investir as economias na compra de pequenas quantidades de gado. Quando voltava à terra natal para visitar suas raízes, percebeu que poderia ganhar dinheiro explorando outro negócio: comprar animais de tropa (serviço) para vender em Mato Grosso. A demanda por estes animais era grande principalmente no Vale do Araguaia. Ao longo do mês pegava um velho caminhão e fazia várias viagens em busca de animais. “Era uma atividade belíssima, com resultados financeiros muito expressivos, mesmo sendo um pequeno volume”, comenta.

Para não voltar para a Bahia com o caminhão vazio, passou a fornecer o que Mato Grosso produzia em abundância: arroz. E não parou por aí. Na época, havia uma grande oferta de aroeira na Bahia, madeira nobre, muito resistente, cobiçada pelos fazendeiros mato-grossenses, que a usava para cercar as propriedades. Levando arroz e trazendo animais e madeira nobre, nascia uma atividade comercial que mudaria de vez a vida de Maurício Tonhá.

Ao mesmo tempo em que despertava um grande espírito empreendedor, Tonhá, aos 26 anos, era um cidadão interessado nos assuntos políticos relacionados ao desenvolvimento de Água Boa. Foi quando, em 1988, se candidatou a vereador. Um dos mais votados, tornou-se presidente da Câmara, o mais jovem do Brasil.

Desligou-se do Banco do Brasil e com o capital poupado, passou a se dedicar ao comércio de poucos bovinos. Nascia, então, o Grupo Estância Bahia, leiloeira comprometida com o desenvolvimento da pecuária. O primeiro leilão que promoveu foi realizado em parque arrendado da UDR, de Água Boa, com 229 animais. A forte demanda na região impulsionou o crescimento do negócio até que, em 1993, Tonhá decidiu construir um recinto de leilões próprio. O espaço foi inaugurado em 1994 com um pregão que foi um sucesso. Foram vendidos 2.400 bovinos, volume que não parou de crescer ao longo dos anos, graças à coragem e ousadia de Tonhá

Nasce o maior leilão da pecuária mundial – Em comemoração aos 10 anos de atividade da Estância Bahia como empresa leiloeira rural, em 2001, Maurício Tonhá anunciou a realização de um grande leilão, com a oferta de 10.000 bovinos de várias fazendas de Mato Grosso. Ninguém acreditou que conseguiria. Ele relembra que fora desafiado e chamado de “picareta” por um criador do Rio Grande do Sul, que disse: “Tchê, não existe homem no mundo capaz de vender 10 mil bois num leilão”. Tonhá rebateu convicto em sua afirmação: “Pois agora não serão mais 10 mil, serão mais de 10 mil, vou vender, no mínimo, 10.001 animais”. O resultado superou as expectativas. Foram apregoados 12.861 animais e assim nasceu o Megaleilão da Estância Bahia, o maior evento da pecuária mundial.

Não está no Guinness Book – O Livro dos Recordes, mas, segundo o empresário, não há registro de nenhum outro com tantos animais vendidos em apenas um dia e local. O evento passou a ser realizado anualmente e os números exponenciais surgiam a cada edição, assim como o desejo de vários pecuaristas em fazer parte dessa história.
A Estância Bahia cresceu rapidamente e por questões de logística uma filial foi inaugurada em Cuiabá. Neste ano, o megaleilão comemora a 12º edição em Água Boa e, desde 2007, uma segunda etapa de vendas é realizada na capital mato-grossense, que também passaram a superar os próprios recordes. No ano passado, o circuito respondeu por 63,5 mil bovinos ofertados, 20% a mais que em 2011. Em Água Boa, 40,7 mil cabeças geraram faturamento de R$ 36 milhões. Em Cuiabá 15.789 machos e 7.095 fêmeas saíram R$ 19,7 milhões.
A demanda é tão grande que, somente no ano passado, um único criador arrematou 5.000 (cinco mil) animais. O evento conta com ofertas diversificadas e é uma grande vitrine tecnológica, na qual podem ser conferidos os avanços em genética e nutrição. Neste ano, o empresário prevê comercializar 70 mil bovinos, contando ainda com uma etapa inédita realizada em Britânia (GO)




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MEGALEILÃO DA ESTÂNCIA BAHIA

Goiás recebe o maior leilão da pecuária mundial

Maurício Tonhá, direto da
Estância Bahia
Crédito: Larissa Melo - Faeg
No dia 13 de maio, a partir das 12h, a cidade de Britânia, em Goiás, receberá uma etapa inédita do Megaleilão da Estância Bahia, o maior evento da pecuária mundial. Serão ofertados, no mínimo, 10.012 bovinos de cria, recria e engorda, um volume que apenas a Estância Bahia tem conseguido comercializar. A edição goiana é resultado de uma parceria entre a empresa e a Associação de Produtores do Vale do Araguaia (APROVA), um dos grupos de pecuaristas mais respeitados do Estado. O local escolhido para a grande venda foi o recinto de leilões Lago dos Tigres, de onde o Canal Terra Viva transmitirá o remate ao vivo nacionalmente.

Segundo Maurício Tonhá, proprietário da Estância Bahia, todas as expectativas devem ser alcançadas em virtude do excelente padrão de qualidade dos animais que serão oferecidos pelas 50 propriedades participantes, principalmente de Crixás, Britânia, Aruanã, Mozarlândia, Jussara e Santa Fé. “Temos visto animais excepcionais, com bons índices de precocidade e ganho de peso, selecionados por criadores que buscam o melhor desempenho econômico do gado por meio do melhoramento genético do plantel”, descreve.

A extensão do circuito, que já é realizado anualmente em Água Boa e Cuiabá, no estado do Mato Grosso, dá inicio a um grande projeto traçado pela Estância Bahia para atender novas e promissoras praças da pecuária brasileira. Somando as três etapas, a empresa estima comercializar mais de 72 mil cabeças, chegando a um crescimento acima de 15% sobre o ano passado, quando 63.560 cabeças foram apregoadas em dois megaleilões. Quarenta mil animais devem ser vendidos durante a primeira etapa, em 21 de abril, em Água Boa, onde comemora a 12ª edição, mais de 10.012 em Britânia e 22 mil no encerramento, que será no dia 19 de maio, em Cuiabá.

Goiás foi escolhida por liderar o ranking de confinamento no país, com 45% de todo o gado confinado, cenário condizente com as atividades do Grupo Estância Bahia, que comercializa nesses eventos animais em grande escala e com qualidade. O projeto ganhou forma depois de um pedido feito pelo próprio Marcelo Marcondes, presidente da Aprova. “Já fazia algum tempo que pleiteávamos essa possibilidade com o Maurício Tonhá, mas foi no ano passado, durante a Feicorte, que conseguimos convencê-lo. Por ser uma pessoa que adora desafios, ele não pensou duas vezes em aceitar. Goiás tem uma pecuária muito sólida e produtiva, com pecuaristas profissionais preocupados em manter a evolução da atividade. Será um evento grandioso assim como a nossa pecuária é”, destaca.

Grande parte dos associados inscreveu-se para vender no leilão, alguns com mais de 800 animais. O gado Nelore será predominante, mas também haverão lotes de cruzamento industrial e produtos de IATF (Inseminação Artificial por Tempo Fixo). “A qualidade está garantida no que depender da Aprova”, assina o presidente da entidade. 

Wagner Marchesi, diretor da Aprova
Crédito: Larissa Melo - Faeg
Iniciando as atividades em 2005, a Aprova nasceu da filosofia de unir e fortalecer os interesses da classe pecuarista a partir da comercialização de gado em conjunto. Para conquistas benefícios, os envolvidos seguem um rígido controle para garantir produtos de melhor qualidade de carcaça em volume e escala. Essa iniciativa já rendeu vários benefícios, como ágio de 3% sobre o valor da arroba nos principais frigoríficos e descontos especiais na aquisição de insumos. “No começo, éramos 15 pecuaristas que abatiam 11 mil animais terminados por ano. Hoje, somos 102 pecuaristas que abatem 60 mil animais e devemos fechar 2012 com 70 mil bois comercializados. Já negociamos com grandes indústrias, como o Marfrig, o Mata Boi e o JBS, e cerca de 20 empresas nos fornecem brincos, sal mineral, arames, semente de pasto e outros insumos a preços atrativos”, comenta.

As três etapas juntas injetarão mais de R$ 2 milhões na economia regional, beneficiando principalmente o setor de prestação de serviços. Nos 30 dias que antecedem o circuito, são abertas mais de 1.500 vagas de emprego temporário. Em Goiás foram 200, com salário médio de R$ 2 mil. Empresa com mais de 20 anos de experiência e profissionalismo, a Estância Bahia está convicta de que Goiás é um grande mercado por sua pecuária pujante e potencialmente favorável para a realização de megaeventos como este. 


Goiás e sua força na pecuária de corte - Segundo dados fornecidos pela Federação de Agricultura e Pecuária de Goiás (FAEG), o estado incorporou cerca de R$ 102 bilhões ao PIB (Produto Interno Bruto) nacional em 2011, com grande participação do setor agropecuário, que correspondeu a 65% do total. No mesmo período, Goiás exportou US$ 4,10 bilhões, dos quais 76% correspondem a negócios que envolvem o setor. Na bovinocultura de corte, reúne cerca 21,8 milhões de cabeças de gado, 10% do volume nacional, distribuídos em quase 70 mil propriedades rurais. Deste total, 2.400 produtores estão cadastrados no Pesebem, com 600 mil unidades abatidas em 2011. Devido à grande oferta de grãos, é também o maior confinador de gado do Brasil, com mais de um milhão de cabeças.


Na opinião do presidente da Comissão de Pecuária da entidade, José Manoel Caixeta, em 2011, a produção de carne bovina correspondeu a 670,54 mil toneladas inspecionadas (IBGE), das quais 19% foram destinadas ao mercado externo. Os principais destinos foram Rússia, Irã, Chile, Hong Kong, Egito, Venezuela, Líbano, Itália, Alemanha e Holanda. Para atender a demanda, o estado conta com 56 plantas frigoríficas com Serviço de Inspeção Estadual (SIE), espalhadas em 50 municípios, e mais 24 plantas com Serviço de Inspeção Federal (SIF), das quais 13 estão ativas. “Esses números exponenciais podem crescer ainda mais, e sem a necessidade de explorar novas aeras. A busca pela intensificação está palpada na recuperação de pastagem, integração lavoura/pecuária, suplementação a pasto, utilização do confinamento e demais técnicas de manejo”, ressalta.

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