sábado, 31 de março de 2012

40 fêmeas Dorper e White Dorper em leilão virtual

Detentora de linhagens dos melhores criatórios de ovinos Dorper e White Dorper da África do Sul, a Fazenda Campo Verde, de Jarinu (SP), promove em 11 de abril (quarta-feira), às 21 horas, pelo Canal Terra Viva, uma das maiores ofertas de fêmeas Dorper e White Dorper do Brasil. Este é o Leilão Virtual Matrizes Dorper Campo Verde, que venderá 40 ovelhas provadas, muitas prenhas ou paridas. Durante a programação, ainda serão ofertados 10 carneiros puros e avaliados.

O responsável de vendas Lucas Heymeyer comenta que poucos criadores têm fêmeas suficientes para vender e que o evento gera esta oportunidade, inclusive aos novos investidores. “Essa é a principal meta para este ano. O mercado segue em alta para ovinos e permanecerá assim por muitos anos. Muitos empresários estão de olho no rápido giro de capital da atividade e para atender este público estamos vendendo fêmeas selecionadas, ideais para quem queira formar plantel”, argumenta Heymeyer, frisando que, em alguns casos, o retorno pode aparecer mais rápido do que o esperado.

A própria Campo Verde é prova disso.  Em poucos anos, a fazenda tornou-se a principal referência na seleção das Dorper e White Dorper, formando a maior reserva genética de linhagem sul-africana no Brasil, com mais de 5.000 embriões importados.  A genética da propriedade também está presente em fazendas de todo o país, além de ter na sala de troféus os principais campeonatos nacionais.
Segundo o médico-veterinário da fazenda, Manoel Cláudio da Cunha Júnior, o manejo correto foi determinante para o sucesso do empreendimento. A fazenda não trabalha com estação de monta. Para que haja nascimentos em todos os meses, são feitas coletas e inseminações mensais.

Os 1.500 animais do plantel são criados em 30 módulos de pastejo rotacionado, com piquetes com 1.000 m² cada um. Os borregos em crescimento recebem concentrado no cocho e outros produtos são utilizados na manutenção nutricional dos animais adultos. “Esse conjunto permitiu resultados satisfatórios, principalmente em relação à sanidade e, conseguinte, na baixa taxa de mortalidade”, explica.

A seleção dos animais é feita com base nas características economicamente importantes. As DEPs (Diferença Esperada na Progênie) entram como uma ferramenta adicional no processo, ajudando a identificar os lotes de melhor produção, habilidade maternal e fertilidade. Os machos são escolhidos a partir de controle ponderal, avaliação de carcaça e escore corporal.  Avaliação de carcaça por ultrassonografia também integra o processo e permite medir a Área de Olho de Lombo, que tem relação direta com musculatura e qualidade de carcaça. “Tudo isso para oferecer aos pecuaristas animais de alto padrão genético em perfeitas condições de sanidade reprodutiva”, conclui.

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quinta-feira, 29 de março de 2012

DORPER E WHITE DORPER

Campo Verde lidera julgamentos da 9ª edição da Feinco

Empreendimento especializado na seleção de ovinos das raças Dorper e White Dorper de linhagem 100% sul-africana, com conglomerado de cinco mil embriões importados, a Dorper Campo Verde novamente transformou a Feinco’2012 – Feira Internacional de Caprinos e Ovinos em uma grande vitrine de sua melhor genética. Entre os dias 12 e 16 de março, em São Paulo (SP), a propriedade participou da mostra com 100 animais em pista e leilão.

A cabanha apresentou animais já premiados e testou, com sucesso, linhagens inéditas a serem comercializadas ainda este ano. O mérito pela genética de primeira rendeu a ela os títulos de “Melhor Criador“ e “Melhor Expositor” nas raças Dorper e White Dorper, com animais campeões em várias categorias.  O resultado mais expressivo veio no Grande Campeonato de White Dorper, onde fez a Grande Campeã (Dorper Campo Verde 995), o Grande Campeão (Dorper Campo Verde IA 2831) e o Reservado Grande Campeão White Dorper (Dorper Campo Verde TE 1721).

 “A Feinco é uma etapa muito importante em nosso projeto e os resultados mais uma vez demonstram que estamos no caminho certo, importando, selecionando e disseminando a melhor genética mundial dessas raças. Melhor que ganhar troféus é ver mais uma vez que nossos clientes estão crescendo no mesmo ritmo”, argumenta Carlos Vilhena Vieira, gerente da Campo Verde.

No julgamento de White Dorper, por exemplo, a criadora Marli de Nigris, da Cabanha Five Star, fez a Reservada Grande Campeã (FIVE STARS GUIGA 030) com a filha de um carneiro que carregada genética aditiva da Dorper Campo Verde. “O mesmo aconteceu com Giselle Pardelli, que fez a Campeã Adulta White Dorper com a Dorper Campo Verde IA 2041, arrematada em nosso Concurso Borrega do Futuro em 2011”, complementa Vilhena.

Nas contas totais, 43% dos ovinos premiados no White Dorper e 32% na raça Dorper são da Campo Verde ou carregam genética da empresa (progênies de carneiros ou ovelhas comercializadas pela cabanha).

Mercado aquecido para o carneiro sul-africano – As raças Dorper e White Dorper são exclusivas produtoras de carne de alta qualidade e por essa característica ganham notoriedade em todo mundo. Aqui no Brasil a procura é tão grande que poucos selecionadores ousam ofertar grandes volumes de animais. Indo contra essa tendência, a Dorper Campo Verde vem realizando uma série de remates ao longo do ano, ofertando genética de elite e de produção, inclusive, com números expressivos de fêmeas.

Durante a Feinco’2012, a cabanha promoveu o 5º Leilão Dorper Campo Verde, destacando como novidade a oferta de 40 ovelhas provadas, muitas prenhas e potenciais futuras doadoras. A novidade surtiu efeito imediato, logo no início da mostra, com a visitação constante dos criadores ao estante da empresa e nas baias onde estavam alocados os animais ofertados. Houve também a oferta especial do reprodutor Dorper Campo Verde TE 2099, filho do grande Mário, raçador consagrado em várias competições sul-africanas.

 Lucas Heymeyer, responsável de vendas, comenta que essa foi a primeira vez que comercializou genética desse reprodutor no Brasil e que o retorno foi muito compensador.  O criador piauiense Delfim Pinto de Sá Quintela foi quem arrematou o carneiro, desembolsando R$ 26.4 mil. A média do leilão ficou cotada a R$ 7.893.33 por lote individual, resultado que, segundo Heymeyer “ultrapassou as expectativas por atrair novos investidores ao  White Dorper e selecionadores tradicionais, ou que estão iniciando criação, para o Dorper”.

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Contagem regressiva para o maior leilão da pecuária mundial

Megaleilão da Estância Bahia venderá, no mínimo, 12.012 animais em cada um dos três remates que compõem o circuito de vendas. Não há registro de outro evento do gênero no mundo com esse volume de animais em oferta.
Segundo maior fornecedor de alimentos, líder nas exportações de açúcar, café, suco de laranja e um dos principais em carnes de boi e de frango, o Brasil também expressa força no agronegócio com o maior leilão da pecuária mundial. Este é o Megaleilão da Estância Bahia, que neste ano, ocorre em três etapas. A primeira será em 21 de abril, no município de Água Boa/MT, onde promove a 12ª edição. No dia 13 de maio, segue para a edição inédita de Britânia/GO e retorna para Mato Grosso, em Cuiabá, dia 19 de maio. Os três remates serão transmitidos pelo Canal Terra Viva, a partir do meio-dia.
Essa é a primeira vez que o circuito é estendido além Mato Grosso. Goiás foi escolhido por liderar o ranking de confinamento no país, com 45% de todo o gado confinado, cenário condizente com as atividades do Grupo Estância Bahia, promotor do evento, que comercializa nos megaleilões animais de cria, recria e engorda em grande escala e com qualidade.
Segundo o empreendedor Maurício Tonhá, diretor do grupo, o volume ofertado em cada remate é algo surpreendente, por não haver outra ocorrência do gênero com essa quantidade ofertada num único dia e local. Além de que o evento vem registrando recordes sucessivos ano a ano, com volumes muito acima das expectativas.
“Nosso objetivo não é bater recordes. Esse resultado se dá pela demanda mundial por carne bovina, aliada à necessidade constante por animais de reposição nas fazendas brasileiras. Podemos ofertar um volume dez vezes maior que este, que mesmo assim seria um número inexpressivo dentro do contexto de toda a pecuária nacional. Mas, uma de nossas prioridades é fornecer animais de qualidade superior”, aponta Tonhá.
Último recorde mundial – No ano passado, as duas etapas do Megaleilão da Estância Bahia responderam por 63,5 mil bovinos ofertados, 20% a mais que na edição anterior. Em Água Boa, 40,7 mil unidades geraram faturamento de R$ 36 milhões. Em Cuiabá 15.789 machos e 7.095 fêmeas saíram R$ 19.685 milhões.
A demanda é tão grande que, somente no ano passado, um único criador arrematou mais de cinco mil animais. Houve até participação direta da indústria, como a JBS, que comprou uma quantidade expressiva para o confinamento próprio. O evento conta com ofertas diversificadas, reunindo cruzas de várias raças, como Nelore, Brahman, Angus, Brangus e Guzerá. É também uma grande vitrine tecnológica, na qual podem ser conferidos os avanços em genética e nutrição.
O confinamento da empresa em Água Boa já está recebendo os animais para as edições mato-grossenses. Os ajustes na estrutura física já estão na reta final, são esperadas mais de 30 mil cabeças, e o cenário é favorável para outra marca inédita. Nos dias em que permanecem na Estância Bahia, o gado recebe água, silagem e ração produzida pela própria empresa. O gado consume mais de 10 mil toneladas, tarefa que exige o envolvimento de mais de 100 profissionais.
História de sucesso – A primeira edição do Mega Leilão aconteceu em 2001, em comemoração as 10 anos de atividades da Estância Bahia como empresa leiloeira rural. Maurício Tonhá relembra que naquele ano anunciou a realização de um pregão com 10.000 animais, sendo até chamado de “picareta” por um criador. Em resposta, disse: “Se você não acredita, faço questão de pagar um avião para te buscar para que possa assistir ao evento. E digo mais, agora não serão dez mil animais e sim 10.001”.
O desejo em superar a marca resultou em nada menos que 12.861 animais comercializados e, de lá para cá, os números exponenciais não param de crescer. A cada ano um novo recorde surgia e, ao mesmo tempo, aumentava o desejo dos pecuaristas em fazer parte dessa história. Hoje, além de realizar os maiores leilões do planeta, a Estância Bahia detém um sistema de armazenagem de grãos, presta serviços na produção e colheita de silagem, atua no confinamento para terceiros - estrutura que comporta mais de 30 mil animais por giro -, além de organizar eventos comerciais de outros criadores Brasil afora. Possui até um programa de TV, a Central de Negócios, transmitido pelo Canal Terra Viva.
Confirma a evolução do evento, recorde absoluto a cada edição:
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Em Água Boa (MT): Wolney Domingos
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OVINOCULTURA

Campo Verde levará 100 animais Dorper e White Dorper à Feinco’2012
Presença marcante nas últimas edições da Feinco – Feira Internacional de Caprinos e Ovinos, a Fazenda Campo Verde, de Jarinu (SP), participará com 100 animais, entre pista e leilão, neste ano. Para atender aos elevados padrões da feira, que ocorre de 12 e 16 de março, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo (SP), a propriedade apartou animais já consagrados e também novas linhagens sul-africanas.
Ponto alto nos negócios da Feinco, no dia 14 de março (quarta-feira), às 20 horas, a propriedade realizará a quinta edição do Leilão Dorper Campo Verde, apresentando 40 ovelhas e dois reprodutores de seleção, com um diferencial: “em edições anteriores ofertamos somente borregas, agora a proposta é vender fêmeas um pouco mais provadas, com grande potencial para se tornarem boas doadoras”, explica o engenheiro-agrônomo Carlos Vilhena Vieira, gerente da Campo Verde.
Membro do corpo técnico da Associação Brasileira dos Criadores de Dorper (ABCDorper), o especialista prevê mais um ano de bons negócios, tanto para essas raças quanto para a feira. Explica que as raças Dorper e o White Dorper devem repetir o sucesso do ano passado, com mais de 1.000 animais expostos, representando cerca de 90% de todas as inscrições. “Esse é o ano de consolidação da ovinocultura brasileira. Os preços altos pela carne de cordeiro mantiveram-se estabilizados nos últimos dois anos, sinalizando um cenário de bons investimentos e retorno financeiro”, ressalta.
Verdadeiras máquinas de produzir carne - As raças Dorper e White Dorper foram as que mais cresceram nos últimos anos, graças à capacidade de incorporar precocidade, volume e velocidade de terminação na carcaça em vários sistemas de produção. Animais ½ sangue Dorper ou White Dorper são abatidos, em média, aos 100 e 150 dias entre 35-40 Kg de peso vivo. Grandes projetos se apóiam nessas raças para produzir em maior escala e qualidade, e é constante o fluxo de novos investidores. “E não é por menos. O ciclo de produção é rápido e a remuneração pela arroba é superior a do gado de corte. O Dorper e o White Dorper produzem a carne desejada pelo mercado em volume e, consequentemente, geram melhor remuneração”, ressalta Vilhena.
Sobre a Dorper Campo Verde - A Dorper Campo Verde iniciou as atividades em 2006, com importações contínuas de embriões dos melhores criatórios da África do Sul. Desde o ano passado, é comandada pelo empresário Luiz Roberto Horst Silveira Pinto. Atualmente, o projeto conta com um plantel de 1.500 animais selecionados, resultado da importação de 5.000 embriões, volume capaz de garantir a evolução dessas raças por muitos anos. Esse trabalho é reconhecido pelos criadores, nas exposições, e até mesmo no berço da raça. “Agentes da África do Sul dizem que estamos indo muito bem na seleção e que a propriedade equipara-se aos quatro melhores criatórios daquele país”, explica Vilhena, ressaltando que lá o Dorper é selecionado há mais de oito décadas.
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