sábado, 21 de abril de 2012

O humilde rapaz que escreveu uma incrível história de sucesso

Esse é Maurício Tonhá, o feirante que hoje é responsável pela realização do maior leilão da pecuária mundial, o Megaleilão da Estância Bahia.

Baiano de Santana dos Brejos, filho de pequeno produtor rural e uma professora do ensino primário, Maurício Tonhá, escreveu uma incrível história de sucesso ao longo da carreira. Conhecido hoje como “o leiloeiro das grandes boiadas”, ele nunca se deixou abater pelas dificuldades da vida. Foi graças ao seu otimismo que o menino humilde do interior da Bahia construiu um dos empreendimentos mais sólidos do estado do Mato Grosso e do Brasil, o Grupo Estância Bahia, que hoje possui um confinamento para 20 mil cabeças de gado e coordena o maior leilão da pecuária mundial. Em apenas sete horas, são vendidos 40 mil bois.

Sua história começou aos 15 anos de idade, quando decidiu sair da pequena cidade onde morava para continuar estudar em Brasília, no Distrito Federal, e encontrar uma boa condição de trabalho. “Até meus 19 anos trabalhei como feirante. Trabalhava duro durante o dia, vendendo embalagens plásticas, e à noite me dedicava aos estudos. Essa fase ficou marcada. Foi a época em que comecei a desenvolver o tino comercial. Para me manter, precisava de dinheiro e, para consegui-lo, tinha de ser persistente e vender meu produto. Com certeza, foi a melhor escola da minha vida”, relembra o empresário.

Mesmo despertando para as vendas, o sonho era ser engenheiro da construção civil, mais distante a cada hora extra no trabalho. À época, sua formação não permitiu ingressar em uma universidade pública. “Naquela época não contávamos com os recursos que temos hoje e entrar em uma boa instituição era algo quase impossível”, comenta.

Entendendo que o estudo seria o caminho para um futuro melhor, passou a se dedicar aos concursos públicos. O reconhecimento veio em 1982, quando foi convocado pela agência da Caixa Econômica em Barra do Garças, no Mato Grosso. Sua condição passou a melhorar, porém, tinha em mente que poderia crescer ainda mais. Prestou outro concurso, dessa vez para o Banco do Brasil, e foi nomeado para preencher uma vaga em Água Boa, na porção média do Vale do Araguaia.

Ficou satisfeito com a nova fase, mas percebeu que não era aquilo que queria. Foi quando, de certa forma, passou a empreender, mas sem deixar o cargo que exercido no banco. Com o dinheiro das férias, passou a investir as economias na compra de pequenas quantidades de gado. Quando voltava à terra natal para visitar suas raízes, percebeu que poderia ganhar dinheiro explorando outro negócio: comprar animais de tropa (serviço) para vender em Mato Grosso. A demanda por estes animais era grande principalmente no Vale do Araguaia. Ao longo do mês pegava um velho caminhão e fazia várias viagens em busca de animais. “Era uma atividade belíssima, com resultados financeiros muito expressivos, mesmo sendo um pequeno volume”, comenta.

Para não voltar para a Bahia com o caminhão vazio, passou a fornecer o que Mato Grosso produzia em abundância: arroz. E não parou por aí. Na época, havia uma grande oferta de aroeira na Bahia, madeira nobre, muito resistente, cobiçada pelos fazendeiros mato-grossenses, que a usava para cercar as propriedades. Levando arroz e trazendo animais e madeira nobre, nascia uma atividade comercial que mudaria de vez a vida de Maurício Tonhá.

Ao mesmo tempo em que despertava um grande espírito empreendedor, Tonhá, aos 26 anos, era um cidadão interessado nos assuntos políticos relacionados ao desenvolvimento de Água Boa. Foi quando, em 1988, se candidatou a vereador. Um dos mais votados, tornou-se presidente da Câmara, o mais jovem do Brasil.

Desligou-se do Banco do Brasil e com o capital poupado, passou a se dedicar ao comércio de poucos bovinos. Nascia, então, o Grupo Estância Bahia, leiloeira comprometida com o desenvolvimento da pecuária. O primeiro leilão que promoveu foi realizado em parque arrendado da UDR, de Água Boa, com 229 animais. A forte demanda na região impulsionou o crescimento do negócio até que, em 1993, Tonhá decidiu construir um recinto de leilões próprio. O espaço foi inaugurado em 1994 com um pregão que foi um sucesso. Foram vendidos 2.400 bovinos, volume que não parou de crescer ao longo dos anos, graças à coragem e ousadia de Tonhá

Nasce o maior leilão da pecuária mundial – Em comemoração aos 10 anos de atividade da Estância Bahia como empresa leiloeira rural, em 2001, Maurício Tonhá anunciou a realização de um grande leilão, com a oferta de 10.000 bovinos de várias fazendas de Mato Grosso. Ninguém acreditou que conseguiria. Ele relembra que fora desafiado e chamado de “picareta” por um criador do Rio Grande do Sul, que disse: “Tchê, não existe homem no mundo capaz de vender 10 mil bois num leilão”. Tonhá rebateu convicto em sua afirmação: “Pois agora não serão mais 10 mil, serão mais de 10 mil, vou vender, no mínimo, 10.001 animais”. O resultado superou as expectativas. Foram apregoados 12.861 animais e assim nasceu o Megaleilão da Estância Bahia, o maior evento da pecuária mundial.

Não está no Guinness Book – O Livro dos Recordes, mas, segundo o empresário, não há registro de nenhum outro com tantos animais vendidos em apenas um dia e local. O evento passou a ser realizado anualmente e os números exponenciais surgiam a cada edição, assim como o desejo de vários pecuaristas em fazer parte dessa história.
A Estância Bahia cresceu rapidamente e por questões de logística uma filial foi inaugurada em Cuiabá. Neste ano, o megaleilão comemora a 12º edição em Água Boa e, desde 2007, uma segunda etapa de vendas é realizada na capital mato-grossense, que também passaram a superar os próprios recordes. No ano passado, o circuito respondeu por 63,5 mil bovinos ofertados, 20% a mais que em 2011. Em Água Boa, 40,7 mil cabeças geraram faturamento de R$ 36 milhões. Em Cuiabá 15.789 machos e 7.095 fêmeas saíram R$ 19,7 milhões.
A demanda é tão grande que, somente no ano passado, um único criador arrematou 5.000 (cinco mil) animais. O evento conta com ofertas diversificadas e é uma grande vitrine tecnológica, na qual podem ser conferidos os avanços em genética e nutrição. Neste ano, o empresário prevê comercializar 70 mil bovinos, contando ainda com uma etapa inédita realizada em Britânia (GO)




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MEGALEILÃO DA ESTÂNCIA BAHIA

Goiás recebe o maior leilão da pecuária mundial

Maurício Tonhá, direto da
Estância Bahia
Crédito: Larissa Melo - Faeg
No dia 13 de maio, a partir das 12h, a cidade de Britânia, em Goiás, receberá uma etapa inédita do Megaleilão da Estância Bahia, o maior evento da pecuária mundial. Serão ofertados, no mínimo, 10.012 bovinos de cria, recria e engorda, um volume que apenas a Estância Bahia tem conseguido comercializar. A edição goiana é resultado de uma parceria entre a empresa e a Associação de Produtores do Vale do Araguaia (APROVA), um dos grupos de pecuaristas mais respeitados do Estado. O local escolhido para a grande venda foi o recinto de leilões Lago dos Tigres, de onde o Canal Terra Viva transmitirá o remate ao vivo nacionalmente.

Segundo Maurício Tonhá, proprietário da Estância Bahia, todas as expectativas devem ser alcançadas em virtude do excelente padrão de qualidade dos animais que serão oferecidos pelas 50 propriedades participantes, principalmente de Crixás, Britânia, Aruanã, Mozarlândia, Jussara e Santa Fé. “Temos visto animais excepcionais, com bons índices de precocidade e ganho de peso, selecionados por criadores que buscam o melhor desempenho econômico do gado por meio do melhoramento genético do plantel”, descreve.

A extensão do circuito, que já é realizado anualmente em Água Boa e Cuiabá, no estado do Mato Grosso, dá inicio a um grande projeto traçado pela Estância Bahia para atender novas e promissoras praças da pecuária brasileira. Somando as três etapas, a empresa estima comercializar mais de 72 mil cabeças, chegando a um crescimento acima de 15% sobre o ano passado, quando 63.560 cabeças foram apregoadas em dois megaleilões. Quarenta mil animais devem ser vendidos durante a primeira etapa, em 21 de abril, em Água Boa, onde comemora a 12ª edição, mais de 10.012 em Britânia e 22 mil no encerramento, que será no dia 19 de maio, em Cuiabá.

Goiás foi escolhida por liderar o ranking de confinamento no país, com 45% de todo o gado confinado, cenário condizente com as atividades do Grupo Estância Bahia, que comercializa nesses eventos animais em grande escala e com qualidade. O projeto ganhou forma depois de um pedido feito pelo próprio Marcelo Marcondes, presidente da Aprova. “Já fazia algum tempo que pleiteávamos essa possibilidade com o Maurício Tonhá, mas foi no ano passado, durante a Feicorte, que conseguimos convencê-lo. Por ser uma pessoa que adora desafios, ele não pensou duas vezes em aceitar. Goiás tem uma pecuária muito sólida e produtiva, com pecuaristas profissionais preocupados em manter a evolução da atividade. Será um evento grandioso assim como a nossa pecuária é”, destaca.

Grande parte dos associados inscreveu-se para vender no leilão, alguns com mais de 800 animais. O gado Nelore será predominante, mas também haverão lotes de cruzamento industrial e produtos de IATF (Inseminação Artificial por Tempo Fixo). “A qualidade está garantida no que depender da Aprova”, assina o presidente da entidade. 

Wagner Marchesi, diretor da Aprova
Crédito: Larissa Melo - Faeg
Iniciando as atividades em 2005, a Aprova nasceu da filosofia de unir e fortalecer os interesses da classe pecuarista a partir da comercialização de gado em conjunto. Para conquistas benefícios, os envolvidos seguem um rígido controle para garantir produtos de melhor qualidade de carcaça em volume e escala. Essa iniciativa já rendeu vários benefícios, como ágio de 3% sobre o valor da arroba nos principais frigoríficos e descontos especiais na aquisição de insumos. “No começo, éramos 15 pecuaristas que abatiam 11 mil animais terminados por ano. Hoje, somos 102 pecuaristas que abatem 60 mil animais e devemos fechar 2012 com 70 mil bois comercializados. Já negociamos com grandes indústrias, como o Marfrig, o Mata Boi e o JBS, e cerca de 20 empresas nos fornecem brincos, sal mineral, arames, semente de pasto e outros insumos a preços atrativos”, comenta.

As três etapas juntas injetarão mais de R$ 2 milhões na economia regional, beneficiando principalmente o setor de prestação de serviços. Nos 30 dias que antecedem o circuito, são abertas mais de 1.500 vagas de emprego temporário. Em Goiás foram 200, com salário médio de R$ 2 mil. Empresa com mais de 20 anos de experiência e profissionalismo, a Estância Bahia está convicta de que Goiás é um grande mercado por sua pecuária pujante e potencialmente favorável para a realização de megaeventos como este. 


Goiás e sua força na pecuária de corte - Segundo dados fornecidos pela Federação de Agricultura e Pecuária de Goiás (FAEG), o estado incorporou cerca de R$ 102 bilhões ao PIB (Produto Interno Bruto) nacional em 2011, com grande participação do setor agropecuário, que correspondeu a 65% do total. No mesmo período, Goiás exportou US$ 4,10 bilhões, dos quais 76% correspondem a negócios que envolvem o setor. Na bovinocultura de corte, reúne cerca 21,8 milhões de cabeças de gado, 10% do volume nacional, distribuídos em quase 70 mil propriedades rurais. Deste total, 2.400 produtores estão cadastrados no Pesebem, com 600 mil unidades abatidas em 2011. Devido à grande oferta de grãos, é também o maior confinador de gado do Brasil, com mais de um milhão de cabeças.


Na opinião do presidente da Comissão de Pecuária da entidade, José Manoel Caixeta, em 2011, a produção de carne bovina correspondeu a 670,54 mil toneladas inspecionadas (IBGE), das quais 19% foram destinadas ao mercado externo. Os principais destinos foram Rússia, Irã, Chile, Hong Kong, Egito, Venezuela, Líbano, Itália, Alemanha e Holanda. Para atender a demanda, o estado conta com 56 plantas frigoríficas com Serviço de Inspeção Estadual (SIE), espalhadas em 50 municípios, e mais 24 plantas com Serviço de Inspeção Federal (SIF), das quais 13 estão ativas. “Esses números exponenciais podem crescer ainda mais, e sem a necessidade de explorar novas aeras. A busca pela intensificação está palpada na recuperação de pastagem, integração lavoura/pecuária, suplementação a pasto, utilização do confinamento e demais técnicas de manejo”, ressalta.

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MEGALEILÃO 10012 DA ESTÂNCIA BAHIA

Ocorre hoje (21 de abril) às 12h, em Água Boa (MT), a primeira etapa de vendas do Megaleilão da Estância Bahia, conhecido como o maior evento da pecuária mundial. O compromisso firmado pela empresa promotora é vender, no mínimo, 10.012 bovinos de cria, recria e terminação, porém, mais de 40 mil estão alojados no recinto. No dia 13 de maio, o circuito segue para a cidade de Britânia (GO) e retorna para Mato Grosso, em Cuiabá, dia 19 de maio. Os três remates serão transmitidos pelo Canal Terraviva, a partir das 12h.

Segundo o empreendedor Maurício Tonhá, diretor da Estância Bahia, o volume ofertado em cada remate é algo surpreendente, por não haver outra ocorrência do gênero com essa quantidade ofertada num único dia e local. Além de que o evento vem registrando recordes sucessivos ano a ano, com volumes muito acima das expectativas. “Nosso objetivo não é bater recordes. Esse resultado se dá pela demanda mundial por carne bovina, aliada à necessidade constante por animais de reposição nas fazendas brasileiras. Podemos ofertar um volume dez vezes maior que este, que mesmo assim seria um número inexpressivo dentro do contexto de toda a pecuária nacional. Mas, uma de nossas prioridades é fornecer animais de qualidade superior”, aponta Tonhá.

Essa é a primeira vez que o megaleilão é estendido além Mato Grosso. Goiás foi escolhida por liderar o ranking de confinamento no país, com 45% de todo o gado confinado, cenário condizente com as atividades do Grupo Estância Bahia. O projeto ganhou força depois de um pedido feito pelo próprio Marcelo Marcondes, presidente da Aprova. “Já fazia algum tempo que pleiteávamos essa possibilidade com o Maurício Tonhá, mas foi no ano passado, durante a Feicorte, que conseguimos convencê-lo. Por ser uma pessoa que adora desafios, ele não pensou duas vezes em aceitar. Goiás tem uma pecuária muito sólida e produtiva, com pecuaristas profissionais preocupados em manter a evolução da atividade. Será um evento grandioso assim como é a nossa pecuária”, destaca.

O megaoferta em Água Boa não deve superar às 40.711 cabeças vendidas em 2011 - a capacidade física não comporta um volume superior de animais-, mas o circuito deve garantir crescimento estimado em 10%.


Último recorde mundial – Em 2011, duas etapas do Megaleilão da Estância Bahia responderam por 63,5 mil bovinos ofertados, 20% a mais que na edição anterior. Em Água Boa, 40,7 mil unidades geraram faturamento de R$ 36 milhões. Em Cuiabá 15.789 machos e 7.095 fêmeas saíram R$ 19.685 milhões.


A demanda é tão grande que, somente no ano passado, um único criador arrematou mais de cinco mil animais. Houve até participação direta da indústria, como a JBS, que comprou uma quantidade expressiva para o confinamento próprio. O evento conta com ofertas diversificadas, reunindo cruzas de várias raças, como Nelore, Brahman, Angus, Brangus e Guzerá. É também uma grande vitrine tecnológica, na qual podem ser conferidos os avanços em genética e nutrição.


História de sucesso – A primeira edição do Mega Leilão aconteceu em 2001, em comemoração as 10 anos de atividades da Estância Bahia como empresa leiloeira rural. Maurício Tonhá relembra que naquele ano anunciou a realização de um pregão com 10.000 animais, sendo até chamado de “picareta” por um criador. Em resposta, disse: “Se você não acredita, faço questão de pagar um avião para te buscar para que possa assistir ao evento. E digo mais, agora não serão dez mil animais e sim 10.001”.
O desejo em superar a marca resultou em nada menos que 12.861 animais comercializados e, de lá para cá, os números exponenciais não param de crescer. A cada ano um novo recorde surgia e, ao mesmo tempo, aumentava o desejo dos pecuaristas em fazer parte dessa história. Hoje, além de realizar os maiores leilões do planeta, a Estância Bahia detém um sistema de armazenagem de grãos, presta serviços na produção e colheita de silagem, atua no confinamento para terceiros - estrutura que comporta mais de 30 mil animais por giro -, além de organizar eventos comerciais de outros criadores Brasil afora. Possui até um programa de TV, a Central de Negócios,

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sábado, 14 de abril de 2012

OVINOCULTURA
Leilão Virtual de Matrizes Dorper Campo Verde repassa genética superior a 14 estados brasileiros

Compromissada em disseminar a melhor genética das raças Dorper e White Dorper, a Fazenda Campo Verde, de Jarinu (SP), que possui uma das maiores reservas de genética sul-africana em todo o mundo, promoveu recentemente o maior leilão de fêmeas dessas duas raças no Brasil. O Leilão Virtual de Matrizes Dorper Campo Verde, realizado em 11 de abril, pelo Canal Terra Viva, contou com a venda de 60 ovelhas e 26 reprodutores, com destaque a comercialização inédita de lotes duplos. Vinte criadores disputaram os lotes, respondendo pelo faturamento de quase R$ 236 mil. Esse foi o segundo evento comercial da cabanha em 2012.

A Campo Verde calcula que participaram selecionadores de regiões tradicionais na criação de ovinos, como Ceará, Alagoas, Bahia, Pernambuco, Piauí e Paraíba, além de estados fiéis a outras atividades agropecuárias, como Mato Grosso, Goiás e Tocantins. Também houve lances de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais e Paraná. Nas contas gerais, a média do remate ficou cotada a R$ 2.740,47 por animal.

Segundo o responsável de vendas da propriedade, Lucas Heymeyer, esse foi um dos leilões mais consistentes já realizados pela cabanha, pelo volume de ovelhas 100% sul-africanas e também pela qualidade dos animais. “Já faz um tempo que queríamos vender fêmeas em lotes duplos, e de excelente qualidade, aumentando assim o acesso dos criadores à melhor genética, eximindo-os dos riscos e incertezas dos processos de importação. Os resultados demonstraram que o mercado soube aproveitar a oportunidade em adquirir opções de vários acasalamentos”, argumenta.

Além da possibilidade de obter animais superiores a preços de mercado, outro atrativo do leilão foi a venda de matrizes prenhes, em sua maioria. O engenheiro-agrônomo Carlos Vilhena Vieira explica que algumas fêmeas vazias com índices genéticos acima da média foram comercializadas propositalmente. “Dessa forma, o cliente pode optar por fazer os acasalamentos que melhor lhe convém. Nestes cinco anos de projeto, criamos um plantel de 1.500 animais a partir da importação de mais de 5.000 embriões dos melhores cruzamentos na África do Sul. Nesse evento oferecemos a mesma genética que utilizamos em nosso programa de seleção”, comenta, ressaltando que a propriedade abriu mão, inclusive, de progênies diretas de acasalamentos sul-africanos consagrados.

Importações ainda suspensas – A Campo Verde é a propriedade que detém as linhagens sul-africanas mais modernas do país e faz questão de colocá-las à disposição dos criadores em seus leilões. Desde julho de 2010 as importações da África do Sul estão suspensas, devido a um surto de Rift Valley, enfermidade que acomete ovinos caprinos e bovinos, causando aborto, perda de apetite e mortalidade de animais jovens.


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