quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Remate e ampliação de serviços em reprodução marcam trajetória da Álamos Genética






O empresário paranaense Eduardo Bergstein promove no dia 14 de março, às 20 horas, uma oferta imperdível de ovinos puros das raças Dorper e White Dorper. Este será o Leilão Álamos Genética 18 anos, com transmissão ao vivo pelo site www.mfrural.com.br e a comercialização de 34 fêmeas, 06 reprodutores e doses de sêmen de raçadores expoentes, como Álamos Baruti TE 420, VPJ Spock 395Kaiowas e o renomado Perseus TE 751, Grande Campeão Nacional da Raça Dorper’ 2016, contratado recentemente pela Central Álamos Genética, sediada em São Luiz do Purunã (PR).

O evento marca a trajetória de sucesso do Grupo Álamos Agronegócios e a ampliação dos serviços em reprodução oferecidos por uma das empresas, a Central Álamos Genética, iniciada em 2010. É uma dos poucas construídas em uma cabanha com alvará do Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). “Os criadores têm acesso à genética de qualidade superior, oriunda de campões de pista e produção, prontos para reforçar o time dos mais exigentes plantéis”, explica Bergstein.

Dentre os lotes em destaque está a ovelha Álamos 189, filha do reprodutor Álamos 62 (Reservado Campeão Borrego Maior na Feinco 2009 e Reservado Grande Campeão Dourados 2009), em doadora Álamos 40 A (Campeã Sênior da Nacional’ 2010 e genitora da 3ª melhor progênie em Londrina’ 2011). Outro exemplo é a Álamos 625, do acasalamento entre Álamos Akin 394 (premiado na Nacional’ 2012 e Reservado Grande Campeão Londrina’ 2013) e uma das melhores doadoras da central, a Álamos 575.


“É realmente um leilão de muita qualidade, com animais jovens e preparados para competir de igual para igual nas exposições das raças Dorper e White Dorper. As fêmeas seguem, em sua maioria, prenhas ou paridas e os reprodutores com andrológico positivo”, informa o supervisor técnico André Assumpção, da AAPA Planejamento & Assessoria.
O Leilão Álamos Genética 18 anos também marca o regresso da cabanha no circuito de leilões, após uma breve pausa de três anos para a reconstrução da qualidade genética do plantel, atualmente um dos mais conceituados.

Maioridade coroada pela Central Álamos Genética

Depois de 30 anos no mercado financeiro, Eduardo Bergstein começou no agronegócio, inicialmente com a criação bubalinos. Atento às oportunidades oferecidas pela ovinocultura, migrou de atividade, experimentando raças até conhecer o Dorper e o White Dorper, em 2004. Estudos sobre ovinos eficientes em produção de carne no mundo o motivaram a se tornar um dos pioneiros na introdução dessas raças de origem sul-africana no Brasil, com a primeira importação de sêmen e embriões em 2005. “A cada quatro anos, nossos técnicos visitam os melhores criatórios sul-africanos, em busca de novidades em melhoramento genético”, explica Bergstein.

A democratização do acervo genético ocorreu através de mais de 20 leilões, chegando ao seu auge em 2010, com o lançamento da Central Álamos Genética, que se tornou referência no melhoramento de ovinos. Pela experiência adquirida com o tempo, a empresa agora estende os serviços em reprodução a todas as raças ovinas e caprinas. “Contamos com as mais modernas tecnologias para coleta e congelamento de sêmen e embriões, sincronização de cio e superovulação, inseminação artificial, aspiração folicular para Fertilização In Vitro (FIV), Transferência de Embriões (TE) e confirmação de prenhez por ultrassonografia. Um diferencial é a aplicação da anestesia inalatória ao invés da injetável nos processos cirúrgicos”, explica a responsável técnica da Central Álamos Genética, a Drª Tácia Bergstein.

Segundo a especialista, o potencial da ovinocultura e da caprinocultura é gigantesco, graças ao exímio trabalho de seleção feito pelos criadores. Neste primeiro momento, uma boa oportunidade está no Sul, onde predominam as raças lanadas. “Nossa filosofia é multiplicar a melhor genética dos plantéis de forma rápida e a preço justo”, conclui Tácia, graduada em Medicina Veterinária na Universidade Federal do Paraná (UFPR), com Mestrado em Biotecnologia Animal na UNESP/Botucatu (SP) e Doutorado em curso na UFPR.

A licença concedida pelo Ministério de Agricultura garante a segurança sanitária e o padrão de qualidade diferenciado dos serviços em reprodução executados fora da central, além de agilizar processos burocráticos, como a importação e exportação de material genético.


Cadastro e Lances: André Assumpção, AAPA Assessoria e Planejamento – (15) 99107-7539


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